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planetamarcia

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Outubro 24, 2012

E se dentro de uns anos a sociedade passar a ser vigiada por um único e gigantesco Big Brother?

Um tema assustador, quase paranóico, que Robison Wells leva ao extremo com brilhantismo e de forma vertiginosa, o que resulta numa estreia absolutamente espantosa, que chega até nós através da Planeta.

INQUIETANTE. MISTERIOSO. PERTURBADOR.

Partindo de um cenário arrepiante, o autor constrói a acção desta distropia, que nos faz reflectir sobre esse futuro próximo que poderá de facto acontecer.

Entrar para uma escola poderá ser muito mais difícil não devido às notas mas por os jovens se verem obrigados a formar parte integrante de «bandos», que estarão subdivididos por castas. Onde a punição por violar as regras é a morte.

Na Academia Maxfield, as escolhas são: Sociedade – Caos – Variantes. Benson terá de juntar-se a um dos grupos para sobreviver.

Mas está determinado a fugir.

Só há uma pessoa em quem pode confiar: ele próprio.

Benson Fisher pensou que uma bolsa para frequentar a Academia Maxfield seria o seu passaporte para uma vida com futuro. Estava enganado.

Agora, vive num colégio cercado por uma vedação de arame farpado.

Um colégio onde câmaras de vigilância monitorizam todos os seus movimentos.

Onde não há adultos. Onde os alunos se dividiram em grupos para sobreviver.

Onde a punição por violar as regras é a morte.

Mas, quando descobre, por acidente, o verdadeiro segredo do colégio, Benson percebe que cumprir as regras poderá trazer-lhe um destino pior do que a morte, e que a fuga – a sua única esperança de sobrevivência – talvez seja uma missão impossível.

Wells vive em Holladay, no Utah, com a mulher e os seus três filhos. Terminou recentemente o seu curso universitário, durante o qual leu e escreveu romances quando devia estar a estudar economia.

328 páginas

PVP: 17,75 €