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planetamarcia

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Julho 24, 2009

Novidade Quetzal - Balas de Prata - Élmer Mendonza

 

O policial deste verão vem do México.

Um romance negro que não lhe dará tréguas até à última página.
 
Abandonado pela mulher que amava, abatido, e a precisar de um psicanalista, o agente Edgar, o Canhoto, Mendieta acumula trabalho, enquanto se encarrega da investigação do assassínio de Bruno Canizales. A este, um advogado de prestígio, com uma vida dupla, e filho do antigo ministro da Agricultura, encontraram-no com o crânio perfurado por uma bala de prata.
 
O telemóvel do Canhoto não pára de tocar com as chamadas do seu superior, que lhe vai anunciando a descoberta de novos cadáveres num curtíssimo espaço de tempo.
 
Quem estará por detrás de tudo isto?
Os narcotraficantes? Os políticos alvoroçados com a proximidade das eleições? Os membros da duvidosa Pequena Fraternidade Universal à qual Canizales pertencia? A investigação que, cheia de humor e adrenalina percorre antros e mansões, e envolve jornalistas e belíssimas lésbicas, revelará um intrincado novelo de interesses preversos, no qual o único realmente empenhado em ir até ao fim e, para variar, em fazer justiça é o Canhoto Mendieta — talvez porque já não tenha nada a perder.
 
«Balas de Prata é um romance negro, tal como o teria concebido Hammett. Com o núcleo filosófico como os dos melhores romances do género: a procura — mais do que de um culpado — da verdade.» Babelia | El País
 
«Élmer Mendoza é um leitor de Rulfo (Pedro Páramo aparece como um gancho metaliterário no romance) e de Ricardo Piglia, outro gancho, possivelmente preso ao Piglia de Plata QuemadaBabelia | El País
 
«[O Agente Mendieta] É um polícia sem escrúpulos, corrupto, por vezes romântico, crê por breves instantes na justiça e que o seu trabalho é importante e fá-lo com propriedade. Mas no fundo vive em desespero e toma ansiolíticos.» La Vanguardia
 
«O patricarca da literatura mexicana. O meu mestre.» Arturo Pérez-Reverte 
 
O AUTOR
Élmer Mendoza nasceu em Culiacán, no México, em 1949. É professor catedrático na Universidade Autónoma de Sinaloa e coordena sete grupos de escrita criativa em várias cidades do país. Entre 1978 e 1995, publicou diversos volumes de contos e crónicas e, em 1999, o seu primeiro romance — Un asesino solitário — que, segundo o crítico Federico Campbell, capta pela primeira vez, com destreza, o efeito da cultura do narcotráfico no México.
Balas de Prata, agora em edição portuguesa da Quetzal, e que mereceu por unanimidade o Prémio Tusquets, consagrou-o como escritor de primeiríssima ordem no panorama do romance hispânico.
 
Balas de Prata foi galardoado com o Prémio Tusquets 2008.
Trata-se de um prémio atribuído pela Editora Tusquets – que publica no México, Espanha e Argentina – a romances em língua espanhola. O prémio é geralmente anunciado durante a Feira do Livro em Guadalajara e a obra distinguida é publicada simultaneamente nos três países. Segundo o júri, a atribuição justifica-se pela «modernidade enraivecida no uso da linguagem, na estrutura narrativa próxima da mais recentes linguagens televisivas, e no ritmo diabólico que, como nos melhores romances clássicos, não dá tréguas ao leitor até ao desenlace.»
Mais informações em http://www.tusquetseditores.com
 
«Aspiro a que os meus leitores  temam morrer antes de acabar o livro». 
Élmer Mendoza
 
Balas de Prata, de Élmer Mendoza
Tradução de Salvato Telles de Menezes
série américas | 240 páginas |   PVP 18,50 euros 
NAS LIVRARIAS A PARTIR DE 17 de JULHO

 

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