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planetamarcia

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Novembro 19, 2011

Apresentado pelo Professor Daniel Serrão, esta segunda-feira, 21 de Novembro, às 19h30, J.M Raposo lança "Conversas com Carolina"

 
 

O escritor J. M. Raposo apresenta o seu novo livro, Conversas com a Carolina, na Leitura Shopping Cidade do Porto, esta segunda-feira, 21 de novembro, às 19h30. Editado pela Chiado Editora, vai ser apresentado pelo antigo especialista em Anatomia Patológica e professor catedrático jubilado, Daniel Serrão.

J. M. Raposo nasceu numa aldeia do concelho de Marvão. Ainda com 12 anos foi para Lisboa trabalhar numa farmácia. A formação académica fê-la enquanto trabalhador/estudante, tal como milhares de outros da sua geração. Em Lisboa completou o liceu, como então se chamava. Já no Porto licenciou-se em Filosofia na Faculdade de Letras da Universidade do Porto. Em Braga, na Faculdade de Filosofia da Universidade Católica, frequentou o mestrado em Bioética. Um inesperado problema de saúde interrompeu a tese, pelo que o mestrado se ficou pela pós-graduação.

Trabalhou como empregado de farmácia, escriturário, chefe de secção, assessor, formador (na área da ética e bioética) e coordenador de uma Universidade da Terceira Idade. Aos vinte anos, depois de ler Jorge Luis Borges, desistiu da escrita e dedicou-se à leitura. Atualmente escreve de forma intermitente em dois blogues, mas apenas como terapia. Nas intermitências continua a dedicar-se à leitura, lendo o que lhe apetece e quando apetece. Estas conversas são uma exceção à terapia.

SINOPSE

Assim como um rio é a água que corre e as margens que delimitam o seu curso, também tu és como a água que corre pelo tempo em direção ao teu futuro, delimitada pela sociedade, por normas, por regras, por leis, pelos outros. Mas enquanto a água corre sempre para o ponto mais baixo, obedecendo à lei da gravidade, tu és humana e portanto livre. Podes navegar rio abaixo ou rio acima. Podes usar as águas do rio ou as margens. Podes seguir o caminho mais fácil, o dos outros, ou construir um caminho teu, consciente de que esse é obra tua. Há quem diga que na vida tudo é uma questão de sorte. Normalmente são os que nada fazem pela sua vida. A sorte também se constrói e dá trabalho.

Título: Conversas com Carolina

Autor: J.M. Raposo

Editora: Chiado

Páginas: 140

PVP: 13,00 €

7 comentários

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    marcia

    27.11.11

    Carlos, esse é também um problema com que me deparo. Apesar de estar próxima de Lisboa e os eventos serem mais que muitos, durante a semana é muito difícil, infelizmente, a vida não são só livros...
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    Carlos Manuel Lopes da Silva

    29.11.11

    Pois não, Marcia, por isso tentamos ao máximo aproveitar o pouco tempo que resta com os livros, não é?

    É o que vou fazer hoje e nos 2 dias seguintes.
    Como vou ter de viajar em trabalho, aproveitarei o tempo das viagens de avião, esperas no aeroporto e afins para ler. O livro é a minha melhor companhia neste tipo de viagens e, confesso, na maioria das vezes prefiro ir sozinho, para poder deleitar-me a ler durante mais tempo e sem interrupções.
    Desta vez, o meu companheiro será "Memória das minhas putas tristes", de Gabriel García Marquez.
    Este e H. Murakami são os meus escritores favoritos e, por conseguinte, volta e meia tenho de os ler.
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    marcia

    01.12.11

    O tempo para leitura é sempre pouco, há que aproveitar todos os momentos. Nada pior do que ir em viagem com constantes interrupções à leitura, principalmente se se tratar de "conversa de chacha"!
    Nunca li Murakami. Comecei uma vez mas não me agarrou...é estranho pois quase toda a gente gosta...um dia destes volto a tentar, que livro me recomenda?
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    Carlos Manuel Lopes da Silva

    02.12.11

    Nem mais, Marcia! Essas interrupções são altamente perturbadoras e, por conseguinte, tornam-se irritantes. E a conversa de chacha... Bah!

    Quanto a Murakami, já li quase todos os seus livros publicados em português. Faltam-me apenas: "O elefante evapora-se", um livro de contos que tenho adiado, precisamente por se tratar de contos, ou seja, histórias curtas (prefiro as que ocupam o livro do início ao fim) e "1Q84", o último romance do escritor, lançado há pouquíssimo tempo em Portugal, que comprei há um par de semanas.

    Os livros de Haruki Murakami e de Gabriel Garcìa Marquez (escritores completamente distintos, como é óbvio), alentarem-me numa altura em que tive um desgosto e, consequentemente, a minha vida sofreu uma mudança. Precisei de estar mais sozinho e os livros foram as minha melhor companhia.
    Sem dúvida, foram os principais responsáveis pela minha grande paixão pela leitura.

    De Murakami, comecei por ler "Em Busca do Carneiro Selvagem". A personagem solitária, com paixão pela leitura, todo o ambiente de ficção em torno de sentimentos tão reais, tendo quase sempre, como fundo a música, foram os ingredientes que me seduziram.

    Aconselhar um livro de Murakami é algo que encaro como de muita responsabilidade, uma vez que, sendo eu um grande fã da escrita deste autor, tenho sempre receio de não sugerir o livro certo, não motivando quem o vai ler e, portanto, deixando ficar mal H. Murakami!... :-)
    Bem, mas gostos não se discutem e não precisamos todos de apreciar o mesmo (isso não teria graça nenhuma).

    Se a Marcia gostar de contos, pode ler "A Rapariga que Inventou um Sonho" e, neste conjunto de pequenas histórias, já pode ter uma ideia da escrita do autor . Há, inclusivamente, um conto que é, eu diria, uma fotocópia de "Norwegian Wood", um romance de Murakami com um enorme sucesso de vendas e que gostei bastante.

    O meu livro favorito de Haruki Murakami é "Kafka à Beira-Mar, daí que o aconselhe vivamente.
    Esta é a minha sugestão para a Marcia, portanto.

    Abraço,
    Carlos Manuel
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    marcia

    04.12.11

    Obrigada Carlos, pelas sugestões. É de facto um escritor que agrada a muita gente; os leitores falam dos seus livros com grande emoção, tal como senti nas suas palavras. Fiquei tentada pelo "Em Busca do Carneiro Selvagem", vamos ver...
    Tenho cá em casa o "Sputnik, Meu amor" e tenho de ser sincera, li algumas páginas e não me cativou mesmo nada... daí nunca mais ter voltado ao autor...
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    Carlos Manuel Lopes da Silva

    05.12.11

    "Suptnik Meu Amor" não ocupou um lugar inicial nas minhas leituras dos livros deste autor.
    Por qualquer motivo não me susciptou tanta curiosidade como muitos outros e, só depois de ler as obras mais importantes de Murakami: "Em Busca do Carneiro Selvagem", "A Sul da Fronteira, a Oeste do Sol ", "After Dark, Os Passageiros da Noite", "Crónica do Pássaro de Corda " e "Dança, Dança, Dança", ou seja, quando tinha uma opinião sólida em relação a este autor e seria, portanto, obrigatório para mim ler a sua bibliografia, me decidi a ler "Sputnik Meu Amor", um livro com grande sucesso deste escritor.
    Não vou esconder que gostei de "Sputnik Meu Amor" mas não o aconselharia a Márcia como primeira leitura deste autor.
    Essa inclinação por "Em Busca do Carneiro Selvagem" parece-me bastante interessante e fico feliz em saber. Afinal, foi o livro que deu o mote para a minha paixão pela escrita de Haruki Murakami!
    Se fossemos amigos extra blogues, ofereci-o no Natal
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