Quarta-feira, 23 de Outubro de 2013

Novidade Asa - A PROMESSA, de Lesley Pearse

 

Belle não esqueceu….. a inspiradora heroína de Sonhos Proibidos.

Sobre o livro

No início de julho de 1914, a Europa vive os seus últimos dias de inocência.  A jovem Belle realizou os seus sonhos. A uma infância pouco comum seguiram-se anos dramáticos, ao longo dos quais quase cedeu ao desespero. Mas a sua coragem e determinação prevaleceram. A sua vida é agora feliz. Está casada com Jimmy, o seu primeiro amor, e conseguiu abrir a elegante loja de chapéus que sempre desejou.

Mas a História do mundo está prestes a mudar. A I Guerra Mundial vai arrastar consigo milhões de pessoas. Belle e Jimmy abdicam de tudo para defenderem o seu país. São ambos destacados para França, onde Jimmy vai arriscar a vida nas trincheiras e Belle conduz uma ambulância da Cruz Vermelha. É um tempo de devastação sem precedentes em que sobreviver a cada dia representa uma vitória. E é quando o passado menos ocupa os seus pensamentos que Belle será obrigada a confrontá-lo pela derradeira vez.  Bastará um momento. Um homem. Um olhar.

Entre a luta pela sobrevivência, uma paixão proibida e a lealdade devida a um grande amor, Belle está perante uma escolha impossível. Mas ao viver na pele um dos mais sangrentos conflitos da História, terá ela poder sobre o seu destino?

A Promessa é a continuação da história de Belle, a inspiradora heroína de Sonhos Proibidos.

Sobre a autora

É autora de uma vasta obra publicada em todo o mundo e uma das escritoras preferidas do público português. A sua própria vida é uma grande fonte de inspiração para os seus romances. Quer esteja a escrever sobre a dor do primeiro amor, crianças indesejadas e maltratadas, adoção, pobreza ou ambição, ela viveu tudo isto em primeira mão. Lesley é uma lutadora, e a estabilidade e sucesso que atingiu na sua vida deve-os à escrita. Com o apoio da editora Penguin, criou o Women of Courage Award para distinguir mulheres comuns dotadas de uma coragem extraordinária. Para além de A Promessa, na ASA estão já publicados com grande sucesso os seus romances Nunca Me Esqueças, Procuro-te, Segue o Coração, A Melodia do Amor, Nunca Digas Adeus e Sonhos Proibidos.

PVP C/ IVA 16,90€

528 páginas


publicado por marcia às 01:19
link do post | comentar | favorito
Domingo, 20 de Outubro de 2013

A Sentinela - Richard Zimler - Opinião

 

Richard Zimler é dos meus autores favoritos. “A Sentinela” é um livro diferente dos seus livros que me são mais queridos. Representa, para mim, uma viragem ou uma mudança. A escrita é mais crua e real e o estilo mais contemporâneo. Sou absolutamente fã dos romances históricos de Zimler. Apesar disso “A Sentinela” preencheu os meus momentos de leitura de uma forma avassaladora, agarrou-me pelo interesse não só no enredo mas também pelas personagens, que são cheias de detalhe, vivem de pormenores, e se enredam constantemente nas estórias dos seus próprios passados.

Intrincado e por vezes complexo, mas ao mesmo tempo linear pela simplicidade que a vida, no fundo revela, acaba por resumir-se ao que é essencial.

Pode chamar-se de policial. Apesar de eu achar que a descoberta do assassino é um aspeto secundário. Será um policial particular. Ou será um policial por que há um crime e a personagem central é um polícia? Questões pouco relevantes pois mais importante do que descobrir o assassino interessa a natureza do crime e a posição dos envolvidos. É como um novelo que se vai desenrolando e transformando em pesadelo; vão-se levantando pontinhas do tapete e só se encontra porcaria. Quanto mais se aprofunda maiores são as ramificações e as ligações a importantes figuras da sociedade e do mundo dos negócios.

Interessante a corajosa é a forma como o autor cita nomes e situações da vergonhosa corrupção do nosso país. Exímia descrição da crise de valores, da ignorância e apatia do povo, da limitação de acção das forças de autoridade. Desilude muito verificar que os criminosos vão escapando impunemente, mas revolta de forma atroz saber que é assim que as coisas se passam na realidade.

Colocar o dedo na ferida e não ter medo não é para todos. Sim, toda a gente fala abertamente dos escândalos políticos, a comunicação social vive disso, mas escrever um livro cuja ação decorre nesse ambiente, cujas vidas das personagens estão envolvidas na nossa particular realidade social de forma tão realista como as nossas vidas neste momento, é corajoso. Senti-me que podia ser uma personagem deste livro. Ou talvez as personagens se pudessem sentir como eu. Muito realista.

Monroe, inspector da Polícia Judiciária, vive num limbo entre a revolta pelo caso que tem em mãos e a revolta pessoal pelo sofrimento que o acompanha desde a infância. Monroe e o irmão mais novo, Ernie, foram maltratados física e psicologicamente pelo pai, cresceram numa solidão de horror que os acompanha até hoje. Monroe desenvolveu um transtorno de identidade dissociativa, do qual eu nada sabia e me fascinou muito aprender. Muito inteligente a forma como o autor nos vai permitindo construir este conceito através da atuação de Monroe, que ora assume uma postura de homem de família, bom colega e bom profissional, para subitamente acordar o seu lado mais revoltado e cruel.

Por vezes duro de ler, pela impotência perante descrições atrozes, Zimler vai combinando a dor com cenas mais calmas de puro amor familiar e filial. Em oposição à sua infância doentia Monroe tem uma família unida e que se ama. Tanto é o amor que se espalha nesta família que por vezes me chegou a enjoar, considero que alguns limites foram ultrapassados, ou pelo menos eu não senti a necessidade de aligeirar os temas pesados sobre os quais gosto mesmo muito de ler.

Mas, e apelando ao meu lado “mini-sentimental”, gostei muito do pequenino Jorge, o filho de Monroe, por ser diferente e engraçado, e talvez avançado para os seus sete anos. A visão de uma criança perante a realidade é por vezes francamente revigorante.

Várias vezes citado um dos meus poemas preferidos de Neruda, mais um ponto a favor de um livro que já estava entre os melhores.

Recomendo sem reservas.

“Será que todos levamos a vida que levamos porque temos de saber porque razão as coisas aconteceram da forma que aconteceram, e se elas poderiam ter-se combinado de um modo diferente para produzir algo mais terno e significativo e permanente?” (Pág.65)

“- Portugal… - disse ele, abrindo os braços como se para abraçar o país inteiro – é o país onde as regras não passam de sugestões!” (Pág. 375)

Sinopse

“Até que ponto um único assassinato pode iluminar a crise moral em que se encontra o país?

6 de julho de 2012. Henrique Monroe, inspetor-chefe da Polícia Judiciária, é chamado a um luxuoso palacete de Lisboa para investigar o homicídio de Pedro Coutinho, um abastado construtor civil. Depois de interrogar a filha da vítima, Monroe começa a acreditar que Coutinho foi assassinado ao tentar defender a perturbada adolescente do violento assédio sexual de algum amigo da família. Ao mesmo tempo, uma pen que o inspetor descobre escondida na biblioteca da casa contém alguns ficheiros com indícios de que a vítima poderá também ter sido silenciada por um dos políticos implicados na rede de corrupção que o industrial montara para conseguir os seus contratos.
Tendo como pano de fundo o Portugal contemporâneo, um país traído por uma elite política corrupta, que sofre sob o peso dos seus próprios erros históricos, Richard Zimler criou um intrigante policial psicológico, com uma figura central que se debate com os seus demónios pessoais ao mesmo tempo que tenta deslindar um caso que irá abalar para sempre os muros da sua própria identidade.”

Porto Editora, 2013

publicado por marcia às 21:15
link do post | comentar | favorito
Sábado, 19 de Outubro de 2013

Índice Médio de Felicidade - David Machado - Opinião

 

Experimento emoções contraditórias em relação a este livro. Uma leitura que não me realizou a 100%. Escrito na primeira pessoa, lemos a voz de Daniel, um idealista optimista com uma tremenda fé no futuro.

Daniel começa por me irritar. A sua fixação no sucesso não é real, tanta vontade de vencer e certeza de concretizar objectivos passa a teimosia oca quando tudo vai desabando à sua volta. Perde o emprego, perde a casa, separa-se da família, e continua plenamente confiante no sucesso que escreveu num caderno há muitos anos. Credível é ter sonhos, verosímil é ser determinado, inteligente é encontrar um plano alternativo.

Mais um livro sobre a crise, sobre a injustiça e o desemprego, sobre uma juventude capaz e competente que perde emprego qualificado e acha uma sorte conseguir trabalhar a fazer entregas. Daniel é salvo pela determinação e pela sorte, assim pensa ele, mas a sorte é aleatória, não depende da determinação. A sua revolta é demonstrada pelo uso abusivo de palavrões, que achei excessivo e me desagradou; haveria outras formas de expressar a angústia da personagem.

Daniel é “Amanhã o sol volta a nascer” levado ao extremo. É convicto que tudo pode resultar e que os seus intentos serão concretizados. Pode o sonho justificar essa tenacidade? Esse investimento na incerteza? A fé cega?

Foi esta dualidade que me manteve nesta leitura. Tentei gerir o conflito que senti pelas atitudes irracionais de Daniel, com a luz do sonho que o orienta. A utopia de que há reviravoltas, que a sorte, o destino ou o que seja cumpre a sua função de colocar de novo a vida sobre carris.

Um livro que não me convenceu verdadeiramente mas que vale pelo conflito em que me colocou e pela discussão que pode iniciar. Composto de contrastes. Não se consegue ficar indiferente.

Uma leitura que leva a uma reflexão sobre a felicidade e que, provavelmente, me fez incluir mais variáveis nos meus cálculos pessoais. Na certeza de que o meu índice médio de felicidade não é o mesmo na primeira e na última página.

 

“Foi isso, essa falta de futuro, que me assustou. Como é que ele consegue não pensar no futuro? Como é que amanhã, ou no mês que vem, ou daqui a dez anos não lhe pesa no espírito? Como é que uma pessoa pode acordar todas as manhãs e não sentir qualquer esperança ou receio daquilo que está para acontecer? Eu não sabia falar com uma pessoa assim.” (Pág. 17)

“Não tive medo. Lembro-me disso. Repara, eu tinha o futuro escrito num caderno, li-o dezenas de vezes, estudei-o, pensei-o, as palavras assumiram uma solidez dentro de mim, quase um instinto, a minha certeza em relação àquilo que estava para acontecer era inabalável.” (Pág. 49)

“O que é que estás a ler?

É um romance.

E os jornais?

Já não leio jornais. Já não leio nada que seja real.

Porquê?

Já sei como acaba.

Como é que acaba?

Não acaba bem.” (Pág. 157)

“Havia tanta coisa para fazer, tantos lugares onde estar, tanta vontade para consolar, mas andamos a gastar os dias uns dos outros, por não sabemos tomar conta de nós próprios, não sabemos fazer o que é exigido de nós e continuar em frente quando nos perdemos no caminho que seguíamos, e então contamos que alguém apareça, que nos dê a mão, ou o braço, ou a vida. Eu não quero ajudar ninguém e também não quero ser ajudado.” (Pág. 213)

 

Sinopse

“Daniel tinha um plano, uma espécie de diário do futuro, escrito num caderno. Às vezes voltava atrás para corrigir pequenas coisas, mas, ainda assim, a vida parecia fácil - e a felicidade também. De repente, porém, tudo se complicou: Portugal entrou em colapso e Daniel perdeu o emprego, deixando de poder pagar a prestação da casa; a mulher, também desempregada, foi-se embora com os filhos à procura de melhores oportunidades; os seus dois melhores amigos encontram-se ausentes: um, Xavier, está trancado em casa há doze anos, obcecado com as estatísticas e profundamente deprimido com o facto de o site que criaram para as pessoas se entreajudarem se ter revelado um completo fracasso; o outro, Almodôvar, foi preso numa tentativa desesperada de remendar a vida. Quando pensa nos seus filhos e no filho de Almodôvar, Daniel procura perceber que tipo de esperança resta às gerações que se lhe seguem. E não quer desistir. Apesar dos escombros em que se transformou a sua vida, a sua vontade de refazer tudo parece inabalável. Porque, sem futuro, o presente não faz sentido.
Índice Médio de Felicidade é um romance admirável e extremamente actual sobre um optimista que luta até ao fim pela sua vida e pela felicidade daqueles que ama. Dramático e realista, mas com momentos hilariantes, confirma o talento de David Machado como um dos melhores ficcionistas da sua geração.”

D. Quixote, 2013

Livro do plano de leituras da comunidade de leitores Leya em Grupo.

publicado por marcia às 15:04
link do post | comentar | ver comentários (2) | favorito

Novidade Casa das Letras - Sono, de Haruki Murakami

 

“Há dezassete dias que não durmo”

Assim tem início a história que Haruki Murakami imaginou e escreveu sobre uma mulher que, certo dia, deixou de conseguir dormir. Pela calada da noite, enquanto o marido e o filho dormem o sono dos justos, ela começa uma segunda vida. E, de um momento para o outro, as noites tornam-se de longe mais interessantes do que os dias… mas também, escusado será dizer, mais perigosas.

Nas livrarias a 29 de Outubro

publicado por marcia às 14:45
link do post | comentar | ver comentários (4) | favorito

Novidade D. Quixote - Nenhuma Vida, de Urbano Tavares Rodrigues

 

Este é o livro que Urbano Tavares Rodrigues escreveu poucas semanas antes da sua morte, a 9 de Agosto de 2013. Chamou-lhe “romance breve”, porventura a melhor descrição para esta narrativa. Em 14 curtos capítulos, deparamo-nos com algumas histórias e muitos lugares que têm como fio condutor um homem: Tiago Manuel. Tornou-se uma “figura lendária no seu Alentejo e na Lisboa que tanto amou e até por essa Europa das suas lutas e nas Américas pode onde peregrinou e deixou mistério, rastos de sonho e amor”, nas palavras do autor.

A Dom Quixote orgulha-se de publicar este texto inédito de Urbano Tavares Rodrigues, um escritor incontornável da história da literatura portuguesa.

Uma edição que inclui reproduções de páginas de manuscrito deste livro.

Nas livrarias a 29 de Outubro

publicado por marcia às 14:42
link do post | comentar | favorito

Combateremos a Sombra, de Lídia Jorge - 3ª edição

 

Retrato de um Portugal tão invisível quanto actual, Combateremos a Sombra, publicado em 2007, um livro premonitório dos tempos que vivemos, cuja 3.ª edição chega agora às livrarias, conta-nos o caso de um psicanalista que numa noite de Inverno é visitado por um antigo paciente que lhe traz uma mensagem, cujo sentido nunca conseguirá decifrar. Nessa mesma noite, perde uma mulher e ganha outra. E à sua volta a realidade começa a entretecer-se à semelhança das histórias que lhe são narradas no silêncio do seu gabinete.

Estamos perante um romance inquietante e pleno de mistério que explora os meandros da alma humana e avisa sobre o destino dos homens. Uma tensão psicológica que conduz o leitor a um lugar de observação único, pela mão de uma escritora que nos habituou a mostrar que nada de mais real existe do que o onírico, e nada de mais fantástico do que o real.

Prémio Charles Bisset 2008

Nas livrarias a 22 de Outubro

publicado por marcia às 14:36
link do post | comentar | favorito

sessão de apresentação do novo romance de Ana Cristina Silva, "A Segunda Morte de Anna Karénina", terça-feira, dia 22, às 18h30, na Livraria Leya na Barata

publicado por marcia às 01:41
link do post | comentar | ver comentários (2) | favorito

Sessão de leitura de um excerto do novo romance de Pepetela, "O Tímido e as Mulheres", segunda-feira, dia 21, às 18h30, na Livraria Leya na Buchholz

publicado por marcia às 01:38
link do post | comentar | favorito
Quinta-feira, 17 de Outubro de 2013

Novidade Planeta - "A BIBLIOTECÁRIA DE AUSCHWITZ", de António G. Iturbe

 

Um emocionante romance baseado na história verídica de uma jovem checa, a bibliotecária do Bloco 31, de Auschitwz – Dita Dorachova - com quem o autor teve oportunidade de falar e que resgata do esquecimento uma das mais comoventes histórias de heroísmo cultural.

Auschwitz-Birkenau, o campo do horror, infernal, o mais mortífero e implacável.
O Bloco 31 tinha 500 crianças, e neste lugar onde os livros eram proibidos, a jovem Dita escondia todas as noites os frágeis oito volumes da biblioteca mais pequena, recôndita e clandestina que jamais existiu.
No meio do horror, Dita dá-nos uma maravilhosa lição de coragem: não se rende e nunca perde a vontade de viver nem de ler porque, mesmo naquele terrível campo de extermínio nazi, «abrir um livro é como entrar para um comboio que nos leva de férias».
Um livro diferente de tudo o que já leu sobre o Holocausto e de que poucos têm conhecimento. Pela primeira vez ficamos a saber da existência de livros num campo de extermínio.
Minuciosamente documentado, e tendo como base o testemunho de Dita Dorachova, a jovem bibliotecária checa do Bloco 31, este livro conta a
história inacreditável, mas verídica, de uma jovem de 14 anos que arriscou a vida para manter viva a magia dos livro, ao esconder dos nazis durante anos a sua pequena biblioteca, de apenas oito volumes, no campo de extermínio de Auschwitz.
Este livro é uma homenagem a Dita, com quem o autor tanto aprendeu, e à memória e valentia de Fredy Hirsh, o infatigável instrutor judeu do Bloco 31 que criou em segredo uma pequena escola e uma ainda mais minúscula biblioteca, apenas com oito livros.

António G. Iturbe (Saragoça, 1967) dedica-se há vinte anos ao jornalismo cultural. Foi coordenador do suplemento televisivo de El Periódico, redactor da revista de cinema Fantastic Magazine e trabalha há dezassete anos na revista Qué Leer, de que é actualmente director.
Colaborou nas secções de livros de «Protagonistas» Ona Catalana, ICat FM e a Cope, e em suplementos culturais de jornais como La Vanguardia ou Avui.
Publicou dois romances, e é autor de uma série de êxito de livros infantis. 

384 páginas

PVP: 18,85 €
Nas livrarias a partir de 17 de Outubro

publicado por marcia às 00:28
link do post | comentar | favorito

Novidade Planeta - "PEDE-ME O QUE QUISERES", de Megan Mawxell

 

Após a morte do pai, o prestigiado empresário alemão Eric Zimmerman decide viajar até Espanha para supervisionar as filiais da empresa Müller.
Nos escritórios centrais de Madrid conhece Judith, uma jovem inteligente e simpática, por quem se enamora de imediato.
Judith sucumbe à atracção que o alemão exerce sobre ela e aceita tomar parte nos seus jogos sexuais, repletos de fantasias e erotismo.
Com ele aprenderá que todos temos dentro um voyeur, e que as pessoas se dividem em submissos e dominantes…
Mas o tempo passa, a relação intensifica-se e Eric começa a temer que o seu segredo seja descoberto, algo que poderia ditar o princípio
do fim de uma relação.
Megan Maxwell é uma reconhecida e prolífica escritora do género romântico. Filha de mãe espanhola e pai americano, publicou vários romances.
Em 2010 ganhou o Premio Internacional Seseña de Novela Romántica; em 2010, 2011 e 2012 recebeu o Premio Dama de Clubromantica.com; e em 2013 o Aura Galardão do Encuentro Yo Leo RA.
Vive numa encantadora aldeia nos arredores de Madrid, na companhia do marido, dos filhos, do cão Drako e do gato Romeo.
448 páginas

PVP: 17,76 €
Nas livrarias a partir de 17 de Outubro

tags:
publicado por marcia às 00:23
link do post | comentar | favorito

.mais sobre mim

.pesquisar

 

.a ler


.a ler também


.Dezembro 2017

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
31

.posts recentes

. Os Loucos da Rua Mazur, d...

. Livros ao preço de postai...

. Uma Coluna de Fogo - Ken ...

. Os Loucos da Rua Mazur, d...

. Lançamento da Antologia d...

. Escritaria em Penafiel 20...

. Escritaria em Penafiel 20...

. Escritaria em Penafiel 20...

. Escritaria em Penafiel 20...

. Escritaria em Penafiel 20...

.últ. comentários

Também acho!
Demasiadas páginas que voam...
Interessante cou ler também.
Nunca cheguei a ler OS Pilares da Terra, mas vi a ...
Quero, quero, quero!!!!!!!!! :)
Eu queria saber o porquê de eu ter guardado o nome...
este está ali na fila de espera. Demasiadas página...
Fazes bem, eu adorei.
Que maravilha de evento!Um dia vou 😊
Excelente festival. Vale a pena descobrir.Beijinho...

.tags

. todas as tags

.arquivos

. Dezembro 2017

. Novembro 2017

. Outubro 2017

. Setembro 2017

. Agosto 2017

. Julho 2017

. Junho 2017

. Maio 2017

. Abril 2017

. Março 2017

. Fevereiro 2017

. Janeiro 2017

. Dezembro 2016

. Novembro 2016

. Outubro 2016

. Setembro 2016

. Agosto 2016

. Julho 2016

. Junho 2016

. Maio 2016

. Abril 2016

. Março 2016

. Fevereiro 2016

. Janeiro 2016

. Dezembro 2015

. Novembro 2015

. Outubro 2015

. Setembro 2015

. Agosto 2015

. Julho 2015

. Junho 2015

. Maio 2015

. Abril 2015

. Março 2015

. Fevereiro 2015

. Janeiro 2015

. Dezembro 2014

. Novembro 2014

. Outubro 2014

. Setembro 2014

. Agosto 2014

. Julho 2014

. Junho 2014

. Maio 2014

. Abril 2014

. Março 2014

. Fevereiro 2014

. Janeiro 2014

. Dezembro 2013

. Novembro 2013

. Outubro 2013

. Setembro 2013

. Agosto 2013

. Julho 2013

. Junho 2013

. Maio 2013

. Abril 2013

. Março 2013

. Fevereiro 2013

. Janeiro 2013

. Dezembro 2012

. Novembro 2012

. Outubro 2012

. Setembro 2012

. Agosto 2012

. Julho 2012

. Junho 2012

. Maio 2012

. Abril 2012

. Março 2012

. Fevereiro 2012

. Janeiro 2012

. Dezembro 2011

. Novembro 2011

. Outubro 2011

. Setembro 2011

. Agosto 2011

. Julho 2011

. Junho 2011

. Maio 2011

. Abril 2011

. Março 2011

. Fevereiro 2011

. Janeiro 2011

. Dezembro 2010

. Novembro 2010

. Outubro 2010

. Setembro 2010

. Agosto 2010

. Julho 2010

. Junho 2010

. Maio 2010

. Abril 2010

. Março 2010

. Fevereiro 2010

. Janeiro 2010

. Dezembro 2009

. Novembro 2009

. Outubro 2009

. Setembro 2009

. Agosto 2009

. Julho 2009

. Junho 2009

. Maio 2009

. Abril 2009

. Março 2009

. Fevereiro 2009

. Janeiro 2009

. Dezembro 2008

. Novembro 2008

. Outubro 2008

. Setembro 2008

. Agosto 2008

. Julho 2008

. Junho 2008

. Maio 2008

. Abril 2008

. Março 2008

. Fevereiro 2008

. Janeiro 2008

. Dezembro 2007

. Novembro 2007

. Setembro 2007

blogs SAPO

.subscrever feeds