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planetamarcia

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Setembro 14, 2013

Novidade Topseller - Dias de Paixão, de Sarah Pekkanen

 

Até onde nos pode levar a paixão? 
Quatro mulheres juntam-se com os seus maridos para uma semana paradisíaca na Jamaica, em pleno mar das Caraíbas. O motivo da reunião é o aniversário de Dwight, um amigo dos tempos da faculdade, que de rapazinho tímido e inseguro se transformou num empresário rico e bem-sucedido.
Todas elas anseiam fugir temporariamente às suas vidas. Tina sente o peso e o cansaço de ser mãe de quatro crianças pequenas. Allie está abalada pela notícia de que uma doença genética degenerativa é comum na sua família. Savannah carrega o segredo da infidelidade do marido. Finalmente, Pauline, a mulher que não olha a despesas para organizar ao seu marido rico aquela festa inesquecível, esconde
segredos de Dwight, e espera, com esta semana, reparar as falhas no casamento de ambos.
O que começa por ser uma semana idílica, com lânguidas horas passadas numa praia privada, jantares gourmet, aventuras radicais e noites de paixão, transforma-se em algo mais profundo com a chegada de uma poderosa tempestade que acaba por atingir a ilha. Redemoinhos tumultuosos atingem este grupo, forçando cada uma das mulheres a reavaliar tudo o que sabe sobre os seus amigos, e sobre si própria, sobre o amor e sobre a paixão.

Setembro 13, 2013

Porto Editora - Não Ficção - Novo livro de Luis Sepúlveda

 

A voz de Luis Sepúlveda nunca se silenciou perante as injustiças, e ainda hoje as denuncia regularmente em jornais como o Le Monde Diplomatique. Também pela escrita ficamos a conhecer os incontáveis episódios marcantes da sua vida, que acabaram por influenciar a sua obra literária, assim como as suas deslumbrantes viagens. É de tudo isto que trata Palavras em tempos de crise, o mais recente livro de Luis Sepúlveda, que a Porto Editora publica hoje. 

Setembro 12, 2013

Novidade Topseller - NYPD Red, de James Patterson

 

James Patterson já criou mais personagens inesquecíveis do que qualquer outro escritor da atualidade.
É o autor dos policiais Alex Cross, os mais populares dos últimos 25 anos dentro do seu género. Entre os seus maiores êxitos estão também as coleções bestseller Private: Agência Internacional de Investigação, The Women's Murder Club (O Clube das Investigadoras) e Michael Bennett.

Depois de Alex Cross e Private (Policial Adulto), a Topseller (chancela da 20I20 Editora), lança o n.º 1 de uma nova série explosiva de James Patterson: NYPD Red NYPD Red (386 pp / 18,79€).

«Existem 35 mil polícias em Nova Iorque. Apenas 75 pertencem à unidade especial que protege os mais ricos e poderosos.
A NYPD Red é uma unidade especial da polícia de Nova Iorque, encarregada de proteger os interesses dos cidadãos mais ricos e poderosos de Manhattan.
Quando um produtor de cinema mundialmente famoso é envenenado no primeiro dia de um festival de cinema de Nova Iorque, a unidade NYPD Red é a primeira a ser chamada. A este crime hão de seguir-se o assassínio de um ator no local de filmagens e a explosão de um cocktail molotov durante um dos eventos do festival.
O detetive Zach Jordan e a sua nova parceira e ex-namorada, a detetive Kylie MacDonald, são destacados para o caso. O assassino planeou cada homicídio e cada fuga até ao último pormenor, como se do guião de um filme se tratasse. E concebeu um final explosivo que irá arrasar Nova Iorque e Hollywood.»

Setembro 10, 2013

Porto Editora - Ficção Portuguesa - A Islândia de Valter Hugo Mãe

 

«Uma declaração esquisita», mas, também, «a mais sincera declaração de amor aos fiordes do oeste islandês» – assim define Valter Hugo Mãe o seu novo e muito aguardado romance, A Desumanização. A obra chega às livrarias a 20 de setembro e constitui uma abordagem muito plástica e poética da espiritualidade de um lugar onde o sonho e o pesadelo se confundem.

Valter Hugo Mãe apresentará A Desumanização em três eventos principais: no Teatro Maria Matos, em Lisboa, a 6 de outubro; na Casa da Música, no Porto, a 10 desse mês; e no Teatro Municipal de Vila do Conde, a 11.

Setembro 10, 2013

Porto Editora - Não Ficção - Uma viagem a 1975

 

No dia 13 de setembro, a Porto Editora publica um livro fundamental para recordar, ou conhecer, o ano quente de 1975, um ano decisivo para o destino da democracia portuguesa. Esse livro é 1975 - O Ano do Furacão Revolucionário, do jornalista João Céu e Silva, responsável por uma profunda investigação que revela novos factos sobre os acontecimentos desse ano, acompanhados de depoimentos controversos, e atuais, dos seus protagonistas.

Esclarecedor, completo e ilustrado com fotografias da época, este é um documento essencial para todas as gerações e para todos os portugueses. 

Setembro 06, 2013

Morte na Arena, de Pedro Garcia Rosado

 

Morte na Arena é o nono thriller de Pedro Garcia Rosado, e o segundo volume da série As Investigações de Gabriel Ponte (Ed. Topseller / 352 pp / 16,49€). Morte com Vista para o Mar, o primeiro volume publicado em fevereiro de 2013, foi recebido pela crítica com entusiamo. 

Sinopse

«Quatro homens aparecem mortos num prédio devoluto, ao lado de um braço decepado que não pertence a nenhum deles. Com o passar dos dias começam a surgir outros membros humanos espalhados por Lisboa, até ser evidente que são partes do corpo de uma jovem de dezasseis anos, filha de um dirigente político, que foi assassinada e que estava desaparecida havia meses.

As investigações destes casos estão a cargo da inspetora-coordenadora da  PJ, Patrícia Ponte, ex-mulher de Gabriel Ponte, que enfrenta agora obstáculos dentro da própria PJ, além da pressão do ex-marido, que quer informações sobre o caso, e da jornalista Filomena Coutinho, que foi a causa da separação deles.

Os três acabam por descobrir um inferno escondido nos túneis subterrâneos de Lisboa: uma arena onde especialistas em combate corpo a corpo massacram homens e mulheres, numa imitação dos combates de gladiadores da Roma Antiga.»

Setembro 05, 2013

Morte com Vista para o Mar, de Pedro Garcia Rosado

 

Morte com Vista para o Mar é o oitavo thriller de Pedro Garcia Rosado,    o primeiro de uma nova série a publicar na Topseller (chancela da 20|20 Editora), depois de Crimes Solitários, Ulianov e o Diabo, A Guerra de Gil    (ed. Temas e Debates), O Clube de Macau (ed. Bertrand) A Cidade do Medo, Vermelho da Cor do Sangue e Triângulo (ed. Asa).

Escritor e tradutor profissional, Pedro Garcia Rosado elegeu o policial como o seu género de eleição, sendo o único autor português de thrillers a publicar um livro por ano na área da literatura policial. As suas narrativas vibrantes e contemporâneas têm conquistado os leitores portugueses que gostam de adrenalina e de enredos repletos de mistério e suspense.

Sinopse

«Nas traseiras de uma moradia isolada nas Caldas da Rainha, um professor de Direito reformado aparece morto à machadada. Patrícia, inspetora-coordenadora da Polícia Judiciária, pede ajuda ao ex-marido Gabriel Ponte, antigo inspetor da PJ, que assim regressa ao mundo da investigação criminal. Meses antes, o professor tinha contactado Patrícia, sua antiga aluna e amante, para denunciar a existência de um esquema de corrupção e de lavagem de dinheiro em torno do projeto de um empreendimento turístico gigantesco nas falésias da costa atlântica.

As primeiras provas apontam para que este homicídio seja resultado de um affaire com uma mulher casada, mas poderá o professor ter sido assassinado por saber demais?»

Morte com Vista para o Mar (320 páginas / 16,49€) é a primeira história de uma nova coleção. 

Em ano de eleições autárquicas, o enredo de Morte com Vista para o Mar, que liga o poder autárquico a corrupção e branqueamento de capitais, torna-o ainda mais atual.

Depois de chamar a atenção dos leitores com o seu romance de estreia, Crimes Solitários, Pedro Garcia Rosado não tem desiludido quem passou a estar atento à sua obra. Munido de uma sólida informação de background no que toca ao funcionamento de uma investigação policial, o autor confere verosimilhança aos seus relatos que são também inéditos no que toca ao realismo dos pormenores e dos diálogos. Portugal passa a ser o cenário credível de uma criminalidade violenta cujos ecos, por vezes, são notícia nos jornais. Sem medo das palavras, sem mascarar realidades cruas com descrições vagas que mais devem à poesia do que ao género policial, como sucede em muitos autores portugueses que enveredaram por este tipo de literatura, Pedro Garcia Rosado concentra os seus esforços na força que confere às personagens e às suas histórias, conseguindo uma assinalável qualidade literária.  

Fazem falta em Portugal policiais do estilo dos criados por Pedro Garcia Rosado. Contemporâneos, urbanos, despretensiosos, realistas, ou seja, que geram uma identificação e um vínculo com o leitor, que ali vê a realidade que vê nas páginas dos jornais e, principalmente, nas televisões. As personagens de Pedro Garcia Rosado são pessoas “reais”, não há ali super-heróis, ou super-detectives, com um poder e perspicácia acima da média. O que ali vemos (lemos) é um retrato realista da nossa sociedade.                      

Setembro 02, 2013

Terra Abençoada - Pearl S. Buck - Opinião

 

Expectativas elevadas para um livro considerado de topo. Gostei mas não posso evitar sentir que esperava gostar mais, envolver-me mais, entusiasmar-me mais.

A escrita é irrepreensível e um prazer. A história verosímil e bem contada. Pearl Buck desfia os acontecimentos de forma perfeita, cria personagens completas que caracteriza de forma sustentada e coerente.

A Terra como suporte de um homem e como mãe da sua família. Que sustenta, é fonte de riqueza e felicidade, mas também de miséria. O homem como parte da natureza, como igual e não superior (como na verdade tende a julgar-se). Dependente dos seus desígnios, respeita a sua vontade e os seus ciclos, entrega-se e participa, trabalha e prospera.

Wang Lung um homem simples. Pobre. Casa e deseja constituir família. Porque é assim. Um caminho que os homens seguem, coisas que se fazem. Casa com O-lan. Passam por dificuldades mas lutam sempre, procuram soluções, respeitam a terra de uma forma religiosa, bonita até. Sabem que a sua dedicação será recompensada, uma fé cega que em anos maus desaparece e morre. Mas a terra espera por eles, renova-se e renova-os, alimenta os filhos, dá-lhes riqueza, esquecem a miséria e conhecem a fortuna, que gera ostentação e, claro, a cobiça alheia. Numa China de outros tempos ou na Europa actual há coisas que se repetem, atitudes que o tempo não muda, a imperfeita natureza humana acaba por se revelar.

Talvez demasiado conclusivo e objectivo para o meu gosto, pois acaba por chegar sempre às mesmas conclusões moralistas e bate sempre na tecla das injustiças. Infelizmente nem sempre quem trabalha vê o seu esforço recompensado e nem todos os pobres são os bons da fita. Pearl Buck salvaguardou estas situações mas, a meu ver, não de forma suficiente pois senti sempre que a família de Wang Lung merecia uma vida próspera. Concordo que quem se esforça e trabalha merece ser recompensado, mas o que concluir quando Wang Lung apenas se colocou no caminho da riqueza depois de O-Lang se aproveitar de um saque de pedras preciosas?

Não lhe encontrei defeitos e fiquei encantada com o brilhantismo da escrita. Mas a verdade é que não teve em mim o efeito esperado, não me apaixonei pela narrativa, não me tocou de forma particular. Vale pela complexidade das questões que levanta e por ser uma porta aberta à discussão.

Penso ler mais livros da autora, é um investimento que a sua capacidade literária justifica. E quem sabe não me apaixono por algum dos seus outros títulos?

Sinopse

“No reinado do último imperador da China, uma criada casa com um homem humilde. Juntos dão início a uma família e encetam uma viagem épica, envolvente e inesquecível. O-lan é uma criada na maior casa da aldeia. Quando casa com Wang Lung, um humilde agricultor, labuta arduamente ao longo de quatro gravidezes pela sobrevivência da sua família. Ao princípio, as recompensas são poucas, mas o trabalho é fonte de esperança e há sustento na terra. Até a fome chegar e mudar a vida de todos. Obrigada a fugir ou a morrer de inanição, a família chega à grande cidade do Sul, juntando-se a milhares de outros camponeses que mendigam pelas ruas. Tudo parece perdido, até que a boa sorte e a determinação de O-lan conjuram-se para os levar de volta a casa com uma riqueza inimaginável.”

Clube do Autor, 2011

Setembro 01, 2013

Feliz Aniversário planetamarcia!

 

Há 6 anos que, quase diariamente, publico no planetamarcia.

Os livros são cada vez mais um sério caso de amor e multiplicam-se nas minhas estantes de forma descontrolada. Uma paixão que aumenta a cada página lida, que me absorve, de certa forma consome, mas que me proporciona momentos de inesquecível felicidade.

 

Obrigada a quem tem estado desse lado.

Sejam felizes a ler.

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