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planetamarcia

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Março 25, 2012

Novidade D.Quixote para Abril (Autores de Língua Portuguesa): As Três Vidas - João Tordo

 

Passando pelo Alentejo, por Lisboa e por Nova Iorque em plenos anos oitenta – época de todas as ganâncias – e cruzando a história sangrenta do século xx com a das personagens, As Três Vidas é, simultaneamente, uma viagem de autodescoberta através do «outro» e a história da paixão do narrador por Camila, a neta mais velha de Millhouse Pascal, e do destino secreto que a aguarda; que estará, tal como o do avô, inexoravelmente ligado à sorte de um mundo que ameaça, a qualquer momento, resvalar da corda bamba em que se sustém.

Primeira Edição na D. Quixote.

Nas Livrarias a 14 de Abril

Março 25, 2012

Novidade D. Quixote para Abril (Poesia): Nada Está Escrito - Manuel Alegre

 

Manuel Alegre volta, neste novo livro, a confrontar a sua poesia com as grandes questões: o sentido da vida e as incertezas, interrogações e angústias deste nosso tempo. Uma poesia, nas palavras de Frederico Lourenço, que “não esconde o sofrimento e a dor da existência humana, mas que nunca aceita a resignação ou o pessimismo”. Um novo poema de Manuel Alegre, diz Lourenço, ”afigura-se-nos sempre como um fenómeno incrível de originalidade.”

Nas livrarias a 7 de Abril 

 

Março 25, 2012

Novidade Casa das Letras para Abril: A Demanda de D. Fuas Bragatela - Paulo Moreiras

 

Nascido em Trancoso no dia em que D. Dinis dava os últimos suspiros, D. Fuas Bragatela estava destinado a ser alfaiate, mas nele outros sonhos fervilhavam. Saiu, por isso, de casa muito novo, serviu a vários amos (com quem nada aprendeu senão os rigores da vida) e, depois de muitas peripécias, acabou a combater na batalha do Salado, donde não trouxe honra nem glória, apenas uma fome dos diabos. Arribou seguidamente a Salamanca, fazendo-se passar por licenciado em Medicina, e regressou à pátria com o cheiro da peste colado às narinas. Mas foi então que descobriu a demanda da sua vida: um dos maiores tesouros da Cristandade...

Primeira edição na Casa das Letras.

Nas livrarias a 7 de Abril

Março 25, 2012

Novidade Teorema para Abril: Intrínseco de Manolo - João Rebocho Pais

 

Na aldeia alentejana de Cousa Vã — vizinha da espanhola Ciudad del Sol — o nome de Manolo anda nas bocas escancaradas dos que passam as tardes na tasca a aviar minis, quiçá para que ninguém repare no que realmente se passa em suas casas — e talvez seja melhor assim. É, porém, facto indesmentível que Maria tem o hábito de desaparecer às sextas-feiras — e isso basta para que a mediocridade omnipresente faça do marido um adornado e da chacota um estranho alívio para a dureza dos dias.

Com um trabalho notável na composição das figuras e uma recuperação inteligente da linguagem popular de um Alentejo quase mítico, João Rebocho Pais estreia-se na ficção com um romance terno, mágico e, ocasionalmente, escatológico sobre o poder da exceção sobre a regra.

Nas Livrarias a 28 de Abril

Março 24, 2012

FERNANDO DACOSTA, DOMINGOS AMARAL E HERMANN HESSE ENTRE AS NOVIDADES DA BIS

 

 

A Leya anuncia a publicação de três novos volumes da BIS, a colecção de livros de pequeno formato que integra os grandes títulos clássicos e contemporâneos da literatura nacional e mundial, livros de leitura recomendada e best-sellers de autores portugueses e estrangeiros, disponíveis em edições acessíveis a todas as bolsas.

Da nova série de títulos da colecção BIS, que chegarão aos pontos de venda na próxima segunda-feira, dia 27 de Março, fazem parte Máscaras de Salazar, de Fernando Dacosta, Quando Lisboa Tremeu, de Domingos Amaral, e Siddartha, de Hermen Hesse.

Estes três novos livros da colecção encontram-se amplamente distribuídos em livrarias, supermercados e aeroportos de todo o país, disponíveis ao preço de 9,95 euros (Máscaras de Salazar e Quando Lisboa Tremeu), e 5,95 euros (Siddhartha).

Portabilidade, preço, design e apelo ao coleccionismo são os principais atributos da BIS, colecção que, ao fim de três anos, lançou um total de 106 títulos.

«MÁSCARAS DE SALAZAR» FERNANDO DACOSTA

Máscaras de Salazar é a recriação de uma crónica pessoal a partir de testemunhos, de diálogos, de declarações, de conferências, de segredos que Fernando Dacosta teve com vários protagonistas (e opositores) do Estado Novo, inclusive Salazar. Para julgar é preciso compreender. Daí o contributo deste livro, memórias de gerações de pessoas convictas de um desígnio que foi morrendo com elas. É urgente reter a palavra, o testemunho com que influenciaram para sempre o nosso presente e futuro.

Fernando Dacosta – romancista, dramaturgo, jornalista e conferencista – nasceu em Luanda de onde foi, ainda criança, para o Alto Douro. Após frequentar o liceu na cidade de Lamego fixou-se em Lisboa, onde cursou Letras e se iniciou no jornalismo e na literatura. Foi director dos Cadernos de Reportagem e co-editor da Relógio d’Água. Apresentou, em 1991 e 1992, uma rubrica sobre livros na RTP1.

Em 2005 foi agraciado com a Ordem do Infante D. Henrique.        

Género: Literatura Lusófona

Páginas: 368

Formato: 12,5 x 19 cm

PVP: 9,95€

«QUANDO LISBOA TREMEU» DOMINGOS AMARAL

Lisboa, 1 de Novembro de 1755. A manhã nasce calma na cidade, mas na prisão da Inquisição, no Rossio, irmã Margarida, uma jovem freira condenada a morrer na fogueira, tenta enforcar-se na sua cela. Na sua casa em Santa Catarina, Hugh Gold, um capitão inglês, observa o rio e sonha com os seus tempos de marinheiro. Na Igreja de São Vicente de Fora, antes de a missa começar, um rapaz zanga-se com a mãe porque quer voltar a casa para ir buscar a sua irmã gémea. Em Belém, um ajudante de escrivão assiste à missa, na presença do Rei D. José. E, no Limoeiro, o pirata Santamaria envolve-se numa luta feroz com um gangue de desertores espanhóis.

De repente, às 9h30, a cidade começa a tremer. Com uma violência nunca vista, a terra esventra-se, as casas caem, os tectos das igrejas abatem, e o caos gera-se, matando milhares. Nas horas seguintes, uma onda gigante submerge o Terreiro do Paço e durante vários dias incêndios colossais vão aterrorizar a capital do reino.

Domingos Amaral é director da revista GQ e cronista dos jornais Correio da Manhã e Record. Formado em Ecomomia, e com mestrado em Relações Internacionais na Universidade de Columbia, em Nova Iorque, iniciou a sua carreira jornalística n’O Independente, tendo depois sido director da revista Maxmen. Como cronista escreveu para o Diário de Notícias, Grande Reportagem e Diário Económico.

Género: Literatura Lusófona

Páginas: 432

Formato: 12,5 x 19 cm

PVP: 9,95€

«SIDDHARTHA» HERMANN HESSE

Siddhartha, filho de um brâmane, nasceu na Índia no século VI a.C. Passa a infância e a juventude isolado das misérias do mundo, gozando uma existência calma e contemplativa. A certa altura, porém, abdica da vida luxuosa, protegida, e parte em peregrinação pelo país, onde a pobreza e o sofrimento eram regra. Na sua longa viagem existencial, Siddhartha experimenta de tudo, usufruindo tanto das maravilhas do sexo, quando do jejum absoluto. Entre os intensos prazeres e as privações extremas, termina por descobrir “o caminho do meio”, libertando-se dos apelos dos sentidos e encontrando a paz interior. Em páginas de rara beleza, Siddhartha descreve sensações e impressões como raramente se consegue. Lê-lo é deixar-se fluir como o rio onde Siddhartha aprende que o importante é saber escutar com perfeição.   

Hermann Hesse (1877-1962) nasceu a 2 de Julho de 1877, na Alemanha, e morreu a 9 de Agosto de 1962 na Suíça, onde se refugiou durante a Primeira Guerra Mundial e cuja nacionalidade adquiriu em 1923. Em 1946 foi distinguido com o Prémio Nobel da Literatura. É considerado um verdadeiro escritor de culto, uma referência universal ancorada na exaltação que faz do indivíduo e na celebração de um certo misticismo oriental.

Uma visita à Índia fê-lo descobrir uma cultura e modos de sentir que o fascinaram. Siddhartha, publicado em 1922, é o resultado prático dessa experiência.    

Género: Literatura traduzida

Páginas: 144

Formato: 12,5 x 19 cm

PVP: 5,95€

Os próximos títulos da colecção serão lançados em Maio de 2012

Março 24, 2012

Novidade A Esfera dos Livros"A Solidão da Rainha. Sofia, uma vida" de Pilar Eyre

 

Este é um livro íntimo e corajoso que vai para além da solenidade das fotografias oficiais, do sorriso hierático, do protocolo da corte e também das biografias canónicas, para chegar, pela primeira vez, ao território desconhecido e misterioso que é a alma de Sofia. Uma mulher fria por fora, mas apaixonada por dentro, com uma infância difícil, uma juventude atormentada e um longo amadurecimento cheio de momentos de felicidade plena, mas também de enormes deceções e sofrimentos. Esta biografia apresenta dados inéditos e personagens interessantes, mostra-nos uma rainha que alcançou a pulso, com grandes sacrifícios e um elevado custo pessoal, o lugar que ocupa na História de Espanha, mas cuja vida privada não lhe trouxe a felicidade que todo o ser humano merece. Princesa de um país pobre e marginal, conheceu a fome, o frio, os ratos... No exílio mais duro de um mundo em chamas, cresceu ao lado de uns pais de personalidade surpreendente, apaixonou-se por quem não a quis, casou com quem devia e lutou como uma fera ao lado do seu marido num período vibrante e perigoso do passado de Espanha para conseguir ocupar o trono. Valeu a pena? O preço foi demasiado alto? A Solidão da Rainha aborda a vida de Sofia em profundidade, com respeito, mas também de bisturi na mão, com a intenção de trazer mais luz sobre uma vida apaixonante, com a qual iremos rir, chorar, indignarmo-nos e admirarmo-nos e também inteirarmo-nos de factos incríveis, que parecem não caber numa só vida humana.

PILAR EYRE (Barcelona) estudou Filosofia e Letras e Ciências da Informação. Exerceu jornalismo como colunista, entrevistadora e repórter em vários jornais e revistas (Hoja del Lunes, Mundo Diário, La Vanguardia, Interviú, El Periódico de Catalunya e El Mundo, entre outros) e colaborou também em diversas emissoras de rádio e televisão. É autora de vários livros, entre os quais cabe destacar: Dos Borbones en la corte de Franco, Segredos e Mentiras da Família Real Espanhola, Todo empezó en el Marbella Club e Callejón del olvido, que foi adaptado ao teatro, e a biografia Quico Sabaté, el ultimo guerrillero, que deu origem a um filme e um documentário.

Março 21, 2012

Sextante Editora - Ficção - Dos melhores escritos de Teolinda Gersão

 

No dia 29 de março chega às livrarias Os teclados & Três histórias com anjos, uma edição da Sextante Editora que reúne uma novela e três contos de Teolinda Gersão.

A novela Os teclados foi vencedora do Prémio Fernando Namora e do Prémio da Crítica da Associação Internacional dos Críticos Literários; por sua vez Três histórias com anjos é um conjunto de contos muito elogiado aquando da sua primeira publicação, em 2003, e já editado em França. Coligidos, são testemunho do lirismo e beleza próprios da linguagem de Teolinda Gersão.

O LIVRO

Esta edição reúne num mesmo livro dois dos mais elogiados escritos de Teolinda Gersão: a novela Os teclados (de 1999, que recebeu o Prémio Fernando Namora e o Prémio da Crítica da Associação Internacional dos Críticos Literários) e o livro de contos O mensageiro e outras histórias com anjos (2003). Sobre o último, Christophe Tison escreveu na Cosmopolitan: «Este livro é tão breve que, se o resumirmos, tudo ficará dito. Tudo, exceto a incrível poesia, a incrível linguagem de Teolinda Gersão. Este pequeno livro é um grande romance. Muito tempo depois de o termos fechado, ouvimos a voz de Ilda, gostaríamos de levá-la connosco e continuar a ouvi-la. É essa a marca das obras-primas.

A AUTORA

Teolinda Gersão estudou nas universidades de Coimbra, Tübingen e Berlim, foi leitora de português na Universidade Técnica de Berlim e professora catedrática da Universidade Nova de Lisboa, onde ensinou Literatura Alemã e Literatura Comparada. A partir de 1995 passou a dedicar-se exclusivamente à escrita literária. Viveu três anos na Alemanha, dois anos em São Paulo, Brasil, e conheceu Moçambique, onde se passa o romance A árvore das palavras (1997). É autora de 12 livros de ficção, traduzidos em 11 línguas. Foram-lhe atribuídos os seguintes prémios: por duas vezes o Prémio de Ficção do PEN Clube (O silêncio, 1981, e O cavalo de sol, 1989), o Grande Prémio de Romance e Novela da APE (A casa da cabeça de cavalo, 1995), o Prémio Fernando Namora (Os teclados, 1999), o Grande Prémio do Conto Camilo Castelo Branco (Histórias de ver e andar, 2002), o Prémio Máxima de Literatura (A mulher que prendeu a chuva e outras histórias, 2008), o Prémio da Fundação Inês de Castro (2008). Três dos seus livros foram adaptados ao teatro e encenados em Portugal, Alemanha e Roménia. Foi escritora-residente na Universidade de Berkeley em 2004. O seu romance mais recente é A Cidade de Ulisses (Sextante Editora, 2011).

Página pessoal: http://www.teolinda-gersao.com/

Título: Os teclados & Três histórias com anjos

Autor: Teolinda Gersão

Págs.: 128

PVP: € 13,90

Março 21, 2012

Porto Editora - Ficção - 'Furacão', de Laurent Gaudé

 

Laurent Gaudé, vencedor do Prémio Goncourt em 2004, regressa ao catálogo da Porto Editora com Furacão, um romance surpreendente e muito elogiado pela crítica, que chega às livrarias no dia 29 de março.

Em Furacão, várias personagens enfrentam uma tragédia natural ao mesmo tempo que buscam a sua própria paz interior. Gaudé despoja-as de tudo o que consideravam essencial, expondo assim a sua verdadeira natureza.

O escritor vai estar em Portugal para apresentar o seu romance nas seguintes datas:

 Em Lisboa, no dia 17 de abril, numa sessão no Instituto Francês de Portugal, pelas 19:00.

 Em Matosinhos, nos dias 21 e 22 de abril, no encontro Literatura em Viagem.

O LIVRO

No coração da tempestade que devastou Nova Orleães, uma dezena de personagens enfrenta a fúria dos elementos, mas também a sua própria escuridão interior. Que resta ao ser humano quando as suas referências morais e sociais desaparecem por entre o caos e o medo de um cenário apocalíptico? Com Furacão, Laurent Gaudé oferece-nos uma espécie de ópera em que os solos das personagens se unem num amplo coro que nos transmite o grito da cidade abandonada à sua sorte. A gravidade da tragédia funde-se com a serenidade da fábula, para exaltar a fidelidade, a fraternidade, a comovente beleza dos que, apesar de tudo, permanecem de pé.

O AUTOR

Laurent Gaudé nasceu em Paris em 1972. Dramaturgo e romancista, obteve em 2004 o Prémio Goncourt com o romance O Sol dos Scorta. Publicado em 34 países, tem também traduzidos em Portugal os seus livros A Morte do Rei Tsongor (2002), Eldorado (2006) e Noite Dentro, Moçambique (2007), além de A Porta dos Infernos (2008), já publicado pela Porto Editora

Título: Furacão

Autor: Laurent Gaudé

Tradutor: Isabel St. Aubyn

Págs: 160

PVP: 15,50 €