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planetamarcia

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Setembro 10, 2011

Civilização publica 'Sofia Tolstoi – Uma Biografia' de Alexandra Popoff

 

Sofia Tolstoi conheceu a fama mas também a alienação durante os quarenta e oito anos em que esteve casada com Leão Tolstoi. Foi admirada como musa e assistente literária de um dos romancistas mais célebres do mundo. Mas, quando Tolstoi se tornou uma figura pública proeminente e fundou um novo tipo de religião, Sofia foi desprezada por não partilhar dos seus ideais. Baseando-se em memórias inéditas e numa série de cartas que se encontravam guardadas num cofre em Moscovo, Alexandra Popoff apresenta-a em Sofia Tolstoi – Uma Biografia de forma diametralmente oposta àquela a que a História a condenou.

Esta é uma biografia que combina pesquisa rigorosa com uma prosa cativante e, ao contrário de publicações anteriores sobre o tema, e daquilo que é a convicção geral, Sofia Tolstoi foi uma apoiante indefetível do marido, com quem esteve casada 48 anos. “O que distingue esta biografia das outras é que Popoff teve acesso a um tesouro de material inédito”, escreve o The New York Times. Em 2010, Helen Mirren interpretou Sofia no filme (nomeado para os Óscares) A Última Estação, baseado no romance de Jay Parini sobre o último ano de Tolstoi.

Alexandra Popoff nasceu e foi criada em Moscovo. Jornalista e escritora, publicava o seu trabalho em jornais e revistas russos. É como bolseira Alfred Friendly Press, em 1991, que começa a escrever para o Philadelphia Inquirer. Após o seu casamento com um jornalista canadiano, em 1992, instala-se em Sascachevão, para onde tinham emigrado inicialmente os Doukhobores russos, antepassados do marido. Popoff fez várias pós-graduações em Literatura, tanto em Moscovo como em Toronto e Sascachevão.

SINOPSE

Sofia Tolstoi conheceu a fama mas também a alienação durante os quarenta e oito anos em que esteve casada com Leão Tolstoi. Foi admirada como musa e assistente literária de um dos romancistas mais célebres do mundo. Mas quando Tolstoi se tornou uma figura pública proeminente e fundou um novo tipo de religião, Sofia foi desprezada por não partilhar dos seus ideais. E esta é a imagem de Sofia – perversa, incómoda e constantemente em guerra com Tolstoi – que tem sido perpetuada no registo histórico.

Baseando-se em material de arquivo recentemente disponibilizado, incluindo os diários inéditos de Sofia, Alexandra Popoff apresenta um retrato muito diferente e preciso de Sofia enquanto mulher e enquanto esposa de Tolstoi.

Esta biografia, expressiva e cativante, apresenta com uma agudeza e um pormenor fascinantes os muitos aspetos em que Sofia Tolstoi enriqueceu a vida e a obra de um dos autores mais conceituados do mundo.

Título: Sofia Tolstoi – Uma Biografia

Autor: Alexandra Popoff

Título original: Sophia Tolstoy – A Biography

Tradução: Michelle Hapetian

Páginas: 432

Encadernação: Capa mole

Família: Literatura

PVP: 18,50 €

Lançamento: Setembro de 2011

Setembro 10, 2011

Civilização publica "Adúltero Americano" sobre J. F. Kennedy

 

O protagonista deste romance é um mulherengo inveterado. Considera a sua elevada libido fisiologicamente normal. Este homem carismático foi perseguido, toda a sua vida, por adversários políticos e por dores crónicas, quase incapacitantes. Trata-se do 35.º presidente dos Estados Unidos, John Fitzgerald Kennedy. Da promiscuidade amorosa à crise dos mísseis de Cuba, Adúltero Americano, o novo romance do escritor e produtor de TV, Jed Mercurio, é uma abordagem original e intensa sobre a turbulenta vida de JFK.

A crítica reagiu com muito entusiasmo a este romance dedicado a uma das figuras mais controversas da política norte-americana. “Um retrato ímpar de um homem poderoso mas em sofrimento e em conflito”, escreve a Publishers Weekly, enquanto o Financial Times assegura: “Irresistível. Prosa elegante e impessoal […] descreve um homem que, apesar de todo o seu poder, continua aprisionado pelo desejo”.

O conflito perigoso entre o homem e o político é uma constante no livro de Jed Mercurio. “A perspicácia, a cortesia, a visão pacificadora e o discernimento calmo do presidente estão presentes e são recriados de forma intensa, bem como a coragem face à enfermidade quase incapacitante e à dor”, sublinha o Sunday Times. O Independent realça, por outro lado, a forma “brilhante e claustrofóbica” como o autor aborda a crise dos mísseis de Cuba ou o trágico episódio do filho prematuro do presidente.

Jed Mercurio é médico. Enquanto frequentava o curso de Medicina, teve também formação na Royal Air Force. Durante o internato de Medicina Interna, escreveu um drama precursor para a BBC, Cardiac Arrest. O seu primeiro romance, Bodies, foi escolhido pelo The Guardian como uma das cinco melhores estreias de 2002. Adaptou este romance para uma série da BBC e atualmente está a trabalhar numa versão para a televisão americana. Vive nos arredores de Londres.

SINOPSE

O protagonista deste romance é um mulherengo inveterado. Considera a sua elevada libido fisiologicamente normal; sente dores de cabeça quando passa três dias sem uma mulher. Tem relacionamentos amorosos com estrelas de Hollywood, mulheres de mafiosos e numerosas funcionárias, apesar dos problemas de saúde debilitantes e do receio permanente de perder a mulher e os filhos que adora. Este libertino tem de escolher as mulheres com cuidado e calcular meticulosamente a sua sedução. Precisa de se esforçar extraordinariamente para esconder as suas aventuras dos rivais políticos – e tem boas razões para fazê-lo.

Trata-se do 35.º presidente dos Estados Unidos, John Fitzgerald Kennedy.

Título: Adúltero Americano

Autor: Jed Mercurio

Título original: American Adulterer

Tradução: Luís Miguel Coutinho

Páginas: 336

Encadernação: Capa mole

Família: Literatura

PVP: 17,50 €

Lançamento: Setembro de 2011

Setembro 10, 2011

Sextante Editora - Ficção - 'Apocalypse baby' - Prémio Renaudot 2010

 

A Sextante Editora edita, a 15 de setembro, Apocalypse baby, de Virginie Despentes, romance finalista dos Prémio Femina e Goncourt, e vencedor do Prémio Renaudot 2010.

A autora é uma destacada figura do meio literário francês, que provocou grande polémica pela sua abordagem de temas fortes sobre a sociedade contemporânea: droga, sexo e terrorismo. Em Apocalypse baby, Virginie Despentes apresenta-nos uma história viva, com muita ação e cheia de surpresas, sobre a busca, entre Paris e Barcelona, de uma adolescente problemática que se encontra desaparecida.

SINOPSE

Inspirada pela leitura de Bolaño, Despentes escreve um policial em forma de road book entre Paris e Barcelona, em busca de Valentine, uma adolescente enigmática e difícil que está desaparecida. O retrato de diferentes estratos sociais – da burguesia do botox, culta e temerosa, aos radicais de esquerda e de direita, ao underground lésbico – cristaliza-se numa sátira social corrosiva, que no entanto não esconde a sua benevolência para com as personagens mais feridas e vulneráveis.

A AUTORA

Nascida em Nancy em 1969, filha única de um casal de funcionários públicos, Virginie Despentes foi mulher-a-dias, prostituta em casas de massagens e peep shows, redatora em jornais de rock, crítica de filmes pornográficos e cineasta. Escreveu ainda sete livros. Em 2000, realiza o seu primeiro filme, Baise-moi, baseado no seu romance epónimo de 1993, que suscitará uma grande polémica em França. Em 2006 publica o ensaio King Kong Théorie, que se assume como um «manifesto para um novo feminismo» – é também o livro mais autobiográfico de Despentes, que nele expõe o momento em que foi violada aos dezassete anos. Em 2010 roda novo filme baseado num livro seu (Bye Bye Blondie, de 2004), com interpretações de Béatrice Dalle e de Emmanuelle Béart, e regressa ao romance com Apocalypse baby, finalista dos Prémio Femina e Goncourt e vencedor do Prémio Renaudot.

Título: Apocalypse baby

Autor: Virginie Despentes

Tradutor: Manuela Torres

Págs: 264

PVP: € 16,60

Setembro 10, 2011

Porto Editora - Ficção - Jonas Jonasson e o centenário

 

A Porto Editora publica, a 15 de setembro, a hilariante obra que garantiu ao sueco Jonas Jonasson o sucesso a nível internacional: O Centenário que Fugiu pela Janela e Desapareceu.

Luís Filipe Borges considera-o «um livro capaz do impossível: fazer-nos ansiar pela velhice!». E remata, classificando-o como «absolutamente viciante».

O prestigiado Le Figaro regista que, numa altura em que a literatura nórdica – e a sueca, em especial – está a atingir níveis de popularidade enormes à escala mundial, particularmente graças aos policiais e aos thrillers, Jonas Jonasson, fazendo rir os leitores, constitui um fenómeno só por si. E os números são claros: deste seu romance de estreia já se vendeu mais de um milhão de exemplares, em apenas metade dos vinte e cinco países que adquiriram os direitos do livro.

O ENREDO

Um romance hilariante e um fenómeno internacional de vendas a ler sem qualquer moderação! No dia em que Allan Karlsson celebra 100 anos, toda a cidade o aguarda para uma grande festa em sua honra. Mas Allan tem outros planos… Morrer de velho? Sim, mas não ali! Munido de um par de chinelos gastos, joelhos empenados e uma ousadia tremenda, Allan lança-se numa extraordinária aventura, arrastado numa torrente de equívocos e golpes de sorte. E ao mesmo tempo que acompanhamos a sua última viagem (ou será que não?), conhecemos o seu passado, perdido entre guerras, explosões e mulheres fatais – qual delas a mais perigosa! Uma estreia literária impressionante que conquistou centenas de milhares de fãs.

O AUTOR

Jonas Jonasson nasceu na Suécia em 1962. Trabalhou como jornalista, assessor de imprensa e produtor de televisão. Está atualmente a preparar o seu segundo romance.

Títulos: O Centenário que Fugiu pela Janela e Desapareceu

Autor: Jonas Jonasson

Tradução: Mário Matos

Págs.: 366

Capa: mole com badanas

PVP: 16,60 €

Setembro 10, 2011

Porto Editora - Não Ficção - 'Naziran' - uma mulher sem rosto

 

A Albatroz publica, no dia 15 de setembro, Naziran – uma mulher sem rosto, a história de uma jovem paquistanesa de 22 anos que foi queimada com ácido corrosivo e cuja vida se tornou insuportável.

Naziran é um documento que vem alertar para este tipo de crime praticado frequentemente em países como Índia e Paquistão. Os atos de violência perpetrados com ácido são uma tortura e um crime particularmente cruéis: os agressores precipitam sobre a face das vítimas ácido corrosivo. Este ato causa não só a desfiguração da face, para sempre, mas tem um efeito catastrófico nas suas vidas. Naziran sobreviveu e, através deste livro, conta-nos em primeira mão a sua terrível experiência de vida.

É considerado uma das piores formas de violência doméstica e para combater este crime hediondo e apoiar as suas vítimas surgiu, em 2006, no Paquistão, a ASF Pakistan – Acid Survivors Foundation. Esta organização dedica-se, desde então, a apoiar as vítimas, fornecendo-lhes gratuitamente assistência jurídica, cuidados médicos e abrigo, com vista à sua reintegração na sociedade. Valérie Khan, presidente da Fundação, é quem assina o prefácio deste livro.

O LIVRO

Naziran tem 22 anos e deixou de ter rosto – em plena noite, enquanto dormia, a sua cara foi regada com ácido. O objetivo era matá-la, desembaraçar-se dela definitivamente, mas Naziran sobreviveu.

Para esta jovem paquistanesa, a vida foi uma sucessão de violências e de humilhações: o pai, um homem brutal, vendeu-a num casamento forçado aos 13 anos; o marido espancava-a sob o pretexto de ela não lhe dar um herdeiro do sexo masculino e, depois da sua morte, obrigaram-na a casar com um cunhado, muito mais velho do que ela e já casado. No auge do seu sofrimento, a família do marido roubou-lhe uma das filhas.

Mas Naziran resistiu a tudo e hoje, cega e com o rosto destruído, ousa dar testemunho sobre uma prática cruel: os ataques com ácido.

Este livro, que escreveu com a colaboração da jornalista Célia Mercier, especialista em questões paquistanesas, é um grito de revolta e um apelo ao respeito pela dignidade do ser humano.

A AUTORA

Naziran, nascida numa aldeia do Sul do Punjab, Paquistão, é uma das vítimas de um dos crimes mais hediondos exercidos sobre as mulheres: ataques perpetrados com ácido. Atualmente, Naziran recebe o apoio da Acid Survivors Foundation, em Islamabad, com vista à sua recuperação e reintegração social.

Título: Naziran – uma mulher sem rosto

Autores: Naziran com Célia Mercier

Tradução: Isabel St. Aubyn

Págs: 224

PVP: 15, 50 €