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planetamarcia

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Julho 16, 2011

Um Ano à Beira-Mar - Autobiográfico. Inspirador. Sem contra-indicações.

 

Este bestseller do New York Times tem inspirado milhares de pessoas em todo o mundo. Baseado nas experiências pessoais da autora, Um Ano à Beira-Mar é uma obra autobiográfica sobre o percurso de uma mulher até à auto-descoberta e auto-realização.

Quando o marido lhe comunicou que teria de mudar-se para outra cidade por razões profissionais, Joan Anderson soube instintivamente que não o acompanharia nessa mudança. O desgaste da relação e a saída de casa dos filhos de ambos apontavam-lhe outro caminho.

Foi então que decidiu passar uma temporada numa casa da família, junto ao mar. Quem sabe se algum afastamento da vida quotidiana, até aí inteiramente dedicada ao marido, aos filhos e ao lar, não seria aquilo de que estava a precisar? Quem sabe se o ritmo das marés não seria o tónico necessário para uma transformação interior que lhe devolvesse a auto-estima e o prazer de viver?

Durante o ano seguinte, Joan desfrutou da solidão, viveu novas experiências e aprofundou a sua própria personalidade. Descobriu o seu lado mais íntimo e determinada a sair do marasmo em que se encontrava decidiu tomar as rédeas do seu futuro. O resultado? Um livro inspirador e cheio de reflexões no qual os sentimentos assumem um protagonismo especial.

Sobre Joan Anderson

Joan Anderson é apresentadora de televisão, jornalista e autora de numerosos contos infantis, bem como do aclamado livro Breaking the TV Habit. Um Ano à Beira-Mar é a sua obra mais pessoal e um êxito de vendas, tendo permanecido 30 semanas na lista dos mais vendidos do New York Times.

Numa tentativa de partilhar o que aprendeu ao longo do ano que passou junto ao mar, Joan Anderson criou o programa «Fim-de-Semana à beira-mar», de forma a ajudar outras mulheres a explorar o essencial da vida e a desfrutar o momento presente.

Joan vive com o marido em Cape Cod, onde organiza os seus workshops. É ainda oradora frequente em palestras que versam os problemas das mulheres e o papel dos media nas nossas vidas.

Mais sobre a autora em www.joanandersononline.com

Um Ano à Beira-Mar

Tradução de Carla Morais Pires

PVP: 13,50 €

220 Páginas

Julho 16, 2011

Porto Editora - Não Ficção - FALIDOS!

 

A Porto Editora publica, a 25 de julho, Falidos!, um livro indispensável para perceber as causas que nos conduziram à crise atual, promover a reflexão e não deixar morrer a esperança.

No momento em que Portugal, e não só, atravessa uma das maiores crises da sua história, Falidos! vem apontar-nos as causas reais que levaram à grave situação que afeta, em maior ou menor medida, uma boa parte dos países europeus.

Não é apenas um testemunho de indignação – é um grito de revolta contra o funcionamento de um sistema económico que conduziu o Homem a um mero ser consumista, cada vez mais consumista, para depois o atar com os grilhões da insolvência, do desespero e da miséria.

Escrito por um autor anónimo – vítima ele próprio do processo que descreve –, Falidos! foi saudado pela crítica francesa como um panfleto político elevado à condição de obra de arte.

A presente edição vem enriquecida com um prefácio notável de Frei Bento Domingues, uma das mais influentes figuras da Igreja portuguesa, que enquadra de modo exemplar as situações denunciadas na obra no âmbito do pensamento católico e das preocupações de muitas das encíclicas papais.

DO PREFÁCIO:

«Falidos! não se contenta em denunciar as nossas cumplicidades infantis com a pornografia financeira, que nos impele a adquirir e a possuir sempre mais para satisfazer desejos prefabricados e imaginários, através de enganadores créditos bancários. Fruto da indignação, é um protesto que não se esgota na denúncia. Abre um caminho e entrega armas para dar oportunidades à esperança e à vida daqueles que o neoliberalismo espoliou de tudo.» Frei Bento Domingues

O AUTOR

Se não posso assinar esta carta com o meu nome, facto que motivará a crítica de alguns, é por uma simples razão: perdi-o, como perdi tudo o que fazia parte da minha vida. Exilado no fim do mundo, longe do consumismo das nossas existências que amortizamos em pequenas mensalidades, arruinado pelos bancos, pelos seus organismos, pelos patrões da grande distribuição, pelo canibalismo de um sistema que aguça os nossos apetites para melhor nos devorar, só me restam estas palavras que ninguém poderá destruir. Tinha escolhido remeter-me ao silêncio, carpir as dores dos meus erros passados, aterrado por me ver de repente, nas margens do rio Mekong, numa miséria que nunca havia imaginado. Mas ao ver as crianças morrer, as mulheres agonizar no trabalho, os velhos cumprimentarem-se por terem cumprido quarenta anos, compreendi que o silêncio já não era possível.

Por todo o lado o capitalismo anónimo comete infâmias: se não fizermos nada, se nos calarmos, envergonhados nas nossas solidões cúmplices, a Humanidade, subjugada e sobre-endividada, não sobreviverá ao século corrente.

IMPRENSA

«Este pequeno livro é belo como uma canção triste. (…) É de tal modo bem escrito e bem construído que é difícil crer que o seu autor não seja um romancista ou um ensaísta experiente, e que portanto não tenham sido inventadas todas as peças da história que nos conta. (…) Mas, no fundo, que importa? Mesmo que este livro não tivesse nada de testemunho autobiográfico, mesmo que tivesse sido escrito num luxuoso apartamento parisiense e pago a peso de ouro, ele seria sempre maravilhoso. Pois que o autor conseguiu algo raro: fazer de um panfleto político uma espécie de obra de arte.»

Le Monde des Livres

Título: Falidos!

Autor: anónimo

Tradutor: Isabel St. Aubyn

Págs: 64

PVP: 5,50 €

Julho 16, 2011

Sextante Editora - Ficção - 'Vieram como andorinhas', William Maxwell

 

A Sextante Editora edita, a 19 de julho, Vieram como andorinhas, um livro do norte-americano William Maxwell.

Através do olhar do jovem Bunny, Maxwell retrata com mestria a sociedade americana burguesa do século XX, nomeadamente durante a pandemia de gripe de 1918-1919.

Tendo sido, durante 40 anos, editor da prestigiada New Yorker, William Maxwell sempre escreveu com uma voz refinada e atenta. Vieram como andorinhas é o segundo romance do autor publicado pela Sextante (em 2010 editou Adeus, até amanhã) e o preferido de Richard Zimler.

SINOPSE

Inteligente, subtil e soberbamente escrito, Vieram como andorinhas é um breve romance sobre um rapaz extremamente sensível crescendo numa cidade pacata no estado de Illinois. Contado do ponto de vista do jovem Bunny, a narrativa convida-nos a explorar as suas relações com o pai, a mãe, a tia, o irmão e, sobretudo, a sua maravilhosa e adorada mãe. É um retrato poético e perspicaz de uma família burguesa americana enfrentando os problemas diários da vida durante a pandemia de gripe que matou milhões de pessoas no mundo em 1918-1919.

O génio de Maxwell prende-se com a sua capacidade de exprimir emoções profundas e complexas através de observações simples e magnificamente descritas.

"Este é o meu romance preferido do autor." Richard Zimler

O AUTOR

William Maxwell nasceu em 1908, em Lincoln, Illinois, e morreu em 2000, em Nova Iorque. Escreveu seis romances e três coletâneas de contos. Foi editor da revista New Yorker durante quarenta anos, onde trabalhou com autores como Vladimir Nabokov, John Updike, J. D. Salinger, John Cheever, Frank O’Connor, John O’Hara ou Eudora Welty. Em 1995, recebeu o PEN/Malamud Award. O seu romance Adeus, até amanhã, que a Sextante publicou em 2011, foi galardoado com o American Book Award.

Título: Vieram como andorinhas

Autor: William Maxwell

Tradutor: Rita Almeida Simões

Págs: 128

PVP: € 13,90