Terça-feira, 15 de Setembro de 2015

VOGAIS: Portugueses nos Campos de Concentração Nazis, da jornalista Patrícia Carvalho

Capa Portugueses nos Campos de Concentração.jpg

Portugal adotou uma posição neutral durante a Segunda Guerra Mundial, mas isso não significa que os seus cidadãos se tenham mantido à margem do conflito que devastou a Europa pela segunda vez no mesmo século, depois da guerra de 1914–1918. Ao mesmo tempo que, no território nacional, se desenvolviam as contradições de uma política espartilhada entre alguma simpatia por Adolf Hitler e a antiga amizade com Inglaterra, com Salazar a fazer tudo para manter o país fora do conflito, os portugueses que tinham emigrado para França sentiam na pele os efeitos da ocupação, dos bombardeamentos e das prisões.

Enquanto Lisboa era solo fértil para os espiões, e os refugiados que conseguiam ultrapassar os entraves da política salazarista aguardavam por um barco que os levaria para outros destinos, havia portugueses a juntarem-se à Resistência ou a serem apanhados em buscas a aldeias francesas, que culminavam na detenção de todos os homens que não fossem jovens ou velhos demais para trabalhar a favor do esforço de guerra alemão. Enquanto Portugal era palco de trocas de prisioneiros de guerra, alguns portugueses desapareciam no sistema de campos de concentração nazis.

Portugueses nos Campos de Concentração Nazis resulta de uma investigação que deu também origem à reportagem homónima vencedora, entre outros, do prémio Melhor Reportagem Multimédia atribuído em 2014 pelo Observatório do Ciberjornalismo. O objetivo dessa reportagem foi, em primeiro lugar, descobrir se tinham existido portugueses nos campos de concentração e, em segundo, confirmada a sua existência, contar as suas histórias.

Este é um trabalho fundamental, que dá a conhecer factos inéditos sobre os portugueses que, nascidos de norte a sul do país, tiveram passagem, muitas vezes fatal, pelos infames campos disseminados pelo nazismo.

Patrícia Carvalho é jornalista desde 1997 e trabalha no jornal Público desde 2008. Antes, trabalhou em vários jornais e revistas, como O Comércio do Porto, a Grande Reportagem, a Visão ou a Sábado.

O seu primeiro contacto com o jornalismo foi, contudo, com o Jornal de Letras, Artes e Ideias, onde estagiou e com o qual colaborou durante algum tempo. Nascida em 1975, no Porto, mudou-se para Lisboa para se licenciar em Ciências da Comunicação, na Universidade Nova. No final do curso quis regressar a casa e é a partir do Porto que tem exercido a sua atividade profissional. Este é o seu primeiro livro.

publicado por marcia às 23:08
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Segunda-feira, 13 de Outubro de 2014

VOGAIS: A biografia definitiva e apaixonante do autor de "O Principezinho"

Capa Antoine de Saint-Exupéry.jpg

Em julho de 1944, durante a Segunda Guerra Mundial, um avião de reconhecimento da Força Aérea Francesa desapareceu no Mar Mediterrâneo. O corpo do piloto nunca foi encontrado. A aeronave era um dos aparelhos mais rápidos e modernos da aviação aliada, um P-38 Lightning americano. Aos comandos ia Antoine de Saint-Exupéry. A sua morte, aos 44 anos, ficou assim envolta para sempre em mistério e romantismo.

Todo o percurso de Saint-Exupéry é recheado de aventuras e episódios fascinantes, até porque a sua vida abrange os mais controversos anos da história francesa. E se por um lado era um aristocrata, com o título de Conde, que representava toda uma classe em extinção, por outro lado foi um corajoso pioneiro da aviação e um aclamado romancista, que privou com as personalidades mais importantes do século XX.

Baseada numa investigação meticulosa, Antoine de Saint-Exupéry: Vida e Morte do Principezinho (320 pp, 18,79€) é uma biografia que relata todos esses detalhes. Com uma escrita empolgante, revela também novas informações que irão fascinar quer os leitores mais aventureiros quer os mais apaixonados. E surpreender os fãs de O Principezinho!

Poucas personalidades do século XX inspiraram tanto a investigação por parte de historiadores e biógrafos. Esta biografia traz de volta à vida um herói, um homem apaixonado que combinou a carreira perigosa de aviador com a de autor de clássicos como O Principezinho.

Paul Webster (1937–2004), jornalista conceituado, foi, durante mais de 30 anos, o correspondente do jornal The Guardian em Paris. Embora fosse um jornalista talentoso e altamente reconhecido, ele era muito mais do que isso. Por detrás de uma grande modéstia, a sua capacidade de desbravar novos caminhos, na última década da sua vida, fez dele um autor de grande reputação, por trazer a lume uma nova e importante visão sobre os conturbados tempos da guerra em França, país que o acolheu desde 1974.

Autor de várias biografias de personalidades de renome — como é o caso de Mitterrand, L'autre histoire —, foi a biografia do autor de O Principezinho que lhe valeu a projeção internacional ao ser traduzida e publicada em diversas línguas.

publicado por marcia às 22:34
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Quinta-feira, 17 de Julho de 2014

Vogais - Do Holocausto à Salvação, de Bernard Wasserstein

 

Em maio de 1941, Gertrude van Tijn chegou a Lisboa vinda de uma Amesterdão ocupada pelos nazis. Vinha com a missão de negociar o refúgio de milhares de judeus, alemães e holandeses, com a permissão das autoridades nazis. Mas seria esta mulher de meia-idade, carregando tamanha responsabilidade, capaz de desempenhar eficazmente a sua missão, estando conotada com os ocupantes? Teria sido ela um mero peão manobrado pelos nazis, ou a sagaz heroína que pactuou com o inimigo para melhor poder defender o seu povo?

Bernard Wasserstein, um dos maiores especialistas mundiais em História do Século XX, relata a odisseia desta judia alemã com nacionalidade holandesa que contribuiu, apesar da ambiguidade das suas virtudes, para o salvamento de milhares de pessoas.

Através dela, o autor conduz o leitor até aos sombrios tempos de guerra na Europa, expondo os dolorosos dilemas com que os judeus se confrontaram sob a ocupação nazi. O resultado é um fascinante documento, em que Portugal e a cidade de Lisboa desempenham um papel decisivo.

392 pp

21,98€ 

publicado por marcia às 20:18
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Sábado, 26 de Abril de 2014

VOGAIS - Pensar como Steve Jobs

 

«O teu tempo é limitado, não o desperdices vivendo a vida de outra pessoa. Não deixes que o ruído das opiniões dos outros abafe a tua voz interior. E, sobretudo, tem a coragem de seguir o teu coração e a tua intuição.» - STEVE JOBS

Steve Jobs, um dos maiores inovadores dos tempos modernos, em poucas décadas transformou por completo as indústrias da informática, da música e dos telemóveis, criando algumas das tecnologias mais utilizadas em todo o mundo.

O fundador e CEO da Apple liderou a empresa desde as suas origens humildes, na garagem dos seus pais, até ao império global que é hoje em dia, revolucionando a forma como vivemos e trabalhamos. Mas como foi que o fez? O que o levou a tomar as decisões incomuns que fizeram da Apple uma empresa de êxito global?

Pensar como Steve Jobs apresenta as mais importantes técnicas de gestão e liderança deste génio da inovação e da gestão. São 27 lições, comentadas por Pedro Aniceto, o reputado especialista em produtos Apple e evangelizador da marca em Portugal, e exemplificadas com os maiores êxitos e fracassos pessoais e profissionais do percurso de Steve Jobs.

Este livro é um convite para que veja o seu mundo através dos olhos  e um génio visionário, e consiga inovar, decidir e acertar como Steve Jobs. 

204 pp 

14,99€

publicado por marcia às 16:13
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Sábado, 9 de Novembro de 2013

VOGAIS: A história verdadeira de um capitão que se voluntariou para ser preso em Auschwitz

 

Witold Pilecki, capitão do Exército do Estado clandestino polaco, fez algo que mais ninguém teve a coragem de repetir: voluntariar-se para ser preso em Auschwitz, o mais violento e mortífero campo de concentração nazi, e, dessa forma, relatar os horrores ali praticados pelo Terceiro Reich.

A missão, realizada entre 1940 e 1943, tinha dois objetivos: informar os Aliados sobre as práticas nazis nos seus campos de concentração, dos quais se conheciam, então, apenas algumas informações esparsas, mas muito preocupantes; e organizar os prisioneiros em grupos de resistência contra as forças alemãs, na tentativa de controlar o campo.

Sobrevivendo a muito custo a quase três anos de fome, doença e brutalidade, Pilecki foi bem-sucedido na sua missão, conseguindo evadir-se do campo de concentração em abril de 1943. O Voluntário de Auschwitz é o relatório mais extenso do capitão Witold Pilecki, completado em 1945, no exílio. Escondido pela ditadura comunista na Polónia durante mais de 40 anos, este documento único na história e na literatura sobre Auschwitz, a Segunda Guerra Mundial e o Holocausto é agora publicado pela primeira vez em português.

O AUTOR: Witold Pilecki, oficial de cavalaria do Exército polaco e veterano da guerra Polaco-Soviética de 1919–1921, passou à clandestinidade após a invasão nazi da Polónia. Pilecki é o único homem conhecido que se deixou prender para ser enviado como prisioneiro para Auschwitz, com a missão de enviar informação sobre o campo de concentração alemão, e criar uma organização de resistência entre os prisioneiros.

Após a sua evasão de Auschwitz, em abril de 1943, participou na Revolta de Varsóvia. Capturado pelo regime, foi torturado e levado a tribunal. Em 1948, aos 47 anos, foi executado, acusado de traição e de ser um «espião ocidental». O seu nome esteve apagado da história da Polónia até à queda do comunismo, em 1989.

Witold Pilecki foi completamente ilibado a título póstumo, na década de 1990. Hoje é considerado um dos mais corajosos e fiéis heróis da Polónia.

O Voluntário de Auschwitz: O herói que se deixou capturar para contar ao mundo a terrível verdade sobre os campos de concentração nazis. É assim que se chama o livro que já chegou às livrarias (384 pp, 19,99€), sob a chancela da Vogais. Um documento único e extraordinário. Witold Pilecki refere-se com minúcia, num texto racional mas emocionalmente duríssimo, a tudo o que encontrou em Auschwitz: A estrutura, o funcionamento e a evolução do campo; As hierarquias e funções nos comandos nazis; As condições de vida desumanas dos prisioneiros, e a solidariedade possível entre eles; As ações terríveis dos militares alemães e dos prisioneiros polacos dissidentes que colaboravam com o Terceiro Reich; A exponenciação, a partir de 1942, da brutalidade e dos crimes praticados no campo; A tentativa de organização dos prisioneiros em grupos de resistência; As estratégias tomadas para as fugas esporádicas do campo e a transmissão de informação para o exterior; A relativa inação dos Aliados perante os relatórios enviados por Pilecki;  Entre outros factos de absoluta relevância histórica.

publicado por marcia às 22:26
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Terça-feira, 15 de Outubro de 2013

Ele foi o sniper de elite mais letal de sempre. No Iraque chamavam-lhe «Demónio». Nos Navy Seal's... «A Lenda»

 

Em fevereiro de 2013, Chris Kyle (38 anos) foi covardemente assassinado por um antigo marine.

Uma biografia que chegará ao Grande Ecrã em 2015, pelas mãos de Clint Eastwood, com Bradley Cooper a assumir o papel de Chris Kyle e, simultaneamente, a produção do filme.

Chris Kyle, membro do SEAL Team Three da Marinha dos EUA, serviu quatro missões de combate no Iraque. Foi o atirador especial mais letal  de sempre, detendo o recorde de 160 mortes como sniper, confirmadas oficialmente pelo Pentágono. Chegou a ter a cabeça a prémio no Iraque - 52 mil euros era o valor da recompensa. Recebeu duas Estrelas de Prata, cinco Estrelas de Bronze com um V (por valentia em combate), duas Medalhas da Marinha e dos Marines, e uma Comenda da Marinha. 

Após as suas comissões tornou-se instrutor-chefe das equipas de Snipers dos SEALs. Chris Kyle morreu em fevereiro de 2013, aos 38 anos, em circunstâncias trágicas, assassinado, num campo de tiro, por um antigo marine. Deixou para trás a mulher, Taya, e dois filhos. Meses antes da sua morte, Chris Kyle escreveu Sniper Americano: Autobiografia do Atirador Especial Mais Letal da História (American Sniper)bestseller do New York Times, e que chega às livrarias nacionais (376 pp / 19,99€) sob a chancela da Vogais.

Trata-se de uma extraordinária autobiografia, escrita na primeira pessoa pelo atirador especial mais letal da História, Chris Kyle, combatente em algumas das batalhas mais importantes das últimas décadas.

publicado por marcia às 01:01
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Sábado, 5 de Fevereiro de 2011

Editoras Vogais e Nascente: Novidades Fevereiro

                      

 

Superando o seu propósito inicial, A Arte da Guerra é hoje uma preciosa fonte de sabedoria para quem quer alcançar o sucesso no mundo dos negócios, razão pela qual se podem encontrar nas prateleiras várias edições, cada uma com a sua especificidade e, também, diferente qualidade.

Esta nova edição de A Arte da Guerra, publicada pela renovada Vogais, traz o selo de qualidade de uma tradução realizada directamente do chinês pelo respeitado e reconhecido grupo Denma, quetestudou o texto original durante dez anos. Este grupo é liderado por Kidder Smith e James Grimian. Kidder Smith, especialista em textos militares da China antiga, é professor de História da China no Bowdoin College, nos EUA, onde também dirige o Centro de Estudos Asiáticos. James Gimian dirige uma revista sobre cultura asiática, e é consultor editorial.

A Arte da Guerra    15.99€

O campo de batalha de um gestor é a sua empresa. Para ser bem-sucedido no mundo dos negócios, o gestor deve pensar como um líder militar. Aplique as lições deste livro na batalha diária contra os seus rivais, sejam eles concorrentes de mercado ou os seus próprios colegas de trabalho. Graças aos ensinamentos de Sun Tzu descobrirá como vencer os conflitos antes mesmo de estes surgirem e como manter os seus colaboradores motivados até em tempos de crise. Com este tratado ao serviço da estratégia da sua empresa, esteja sempre um passo à frente rumo ao sucesso.

Sun Tzu viveu por volta de 500 a. C., no Estado de Qi, actualmente província de Shandong. O termo “tzu” corresponde a um título honorífico usado pelos chineses da dinastia Chou para designar os filósofos, e pode ser traduzido como “professor” ou “mestre”.Foi durante uma fase de constantes revoltas e conflitos entre regiões que um grupo de estudiosos com conhecimentos sobre estratégias bélicas percorreu o país, oferecendo orientação aos governantes dispostos a pagar pelo serviço. São os primeiros consultores da História. Entre eles, o mais famoso foi Confúcio. Sun Tzu pertenceu ao mesmo grupo e foi dos poucos cuja obra perdurou até aos nossos dias.

2500 anos volvidos, A Arte da Guerra ainda é utilizado por empresários e gestores que o vêem como um manual indispensável para triunfar no mundo dos negócios.

 

Dê a Volta por Cima é o resultado das experiências reais testemunhadas por José Luiz Tejon. Neste livro, o autor vai ajudá-lo a dar a volta por cima:

• para valorizar cada minuto do tempo de que você dispõe;

• para gostar de si como é agora, mas também para ficar arrebatado por tudo o que pode vir a ser;

• para jamais parar e nunca temer o futuro, porque a transformação contínua é inevitável.

As escolhas que fazemos no dia-a-dia decidem o percurso da nossa vida. Não podemos esperar que o mundo decida por nós. As 50 regras de ouro oferecidas neste livro vão, sem dúvida, ajudá-lo.

Dê a volta por cima!

José Luiz Tejon é considerado um dos seis melhores conferencistas no Brasil e já vendeu mais de 500 mil exemplares entre os diversos títulos que tem vindo a publicar. Presidente da consultora TCA-Internacional, especializou-se em marketing e liderança em Harvard e no MIT, e já recebeu inúmeros prémios nas áreas de marketing e vendas.  O sucesso que alcançou profissionalmente foi fruto de uma capacidade invulgar para ultrapassar dificuldades.

Entre os 4 e os 18 anos, José Luiz Tejon passou metade do tempo internado em hospitais fruto de um acidente que lhe desfigurou a cara e que o levou a descobrir como é possível ultrapassar situações, por vezes, dramáticas (mais informação em www.tejon.com.br).

Dê a Volta por Cima, editado em Portugal pela Nascente, nasce da pesquisa e estudo do autor que, através das histórias que conta surge como um orientador nas horas difíceis e um provocador nas alturas de estagnação da nossa vida.

Para José Luiz Tejon, o ser humano precisa de estar preparado para ultrapassar dificuldades, o que pode acontecer em três situações distintas: quando a pessoa está numa fase complicada e triste quando está sob forte pressão, ou simplesmente porque necessita de se libertar do actual modo de vida. «São nestes momentos cíclicos que se deve conservar a sensação de juventude, manter dentro de si a imagem da criança que foi e esforçar-se para que essa criança faça sempre parte do que você é e do que faz para além do auto-respeito por si mesmo», afirma o autor.

Curioso é o facto de a inspiração para escrever Dê  a Volta Por Cima ter nascido da história de vida de um português de Trás-os-Montes, António Alves, pai adoptivo do autor. «Foi com este homem que aprendi que A SUPERAÇÃO É UM COMPROMISSO COM A DIGINIDADE HUMANA», afirma no livro José Luiz Tejon, que agradece a este flaviense por lhe ter ensinado a ter sempre força para dar a Volta por Cima.

publicado por marcia às 14:04
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