Domingo, 10 de Janeiro de 2016

Resultado do Passatempo "Os Números que Venceram os Nomes", de Samuel Pimenta

Mara Gorrão é a vencedora do Passatempo de Ano Novo, e vai receber um exemplar de "Os Números que Venceram os Nomes", de Samuel Pimenta.

Obrigada a todos os participantes, e a todos os que, incansavelmente, divulgaram este passatempo, assim como aos novos seguidores da página do planetamarcia no facebook. É muito bom saber que estão desse lado!

A vencedora foi contactada por e-mail. Boas leituras!

publicado por marcia às 18:27
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Domingo, 3 de Janeiro de 2016

Passatempo de Ano Novo - Os Números que Venceram os Nomes, de Samuel Pimenta

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O planetamarcia deseja um Feliz Ano Novo a todos os seus seguidores e amigos.

Para comemorar a chegada de 2016, que se espera recheado de muitas e boas leituras, convido-vos a participar no passatempo para um exemplar de Os Números que Venceram os Nomes, de Samuel Pimenta.

Participem até Sábado, 9 de Janeiro, às 23h59, enviando o vosso nome e morada para marciafb@net.sapo.pt. Podem participar as vezes que quiserem.

Partilhas no facebook e gostos na página do planetamarcia são bem-vindos. Não são obrigatórios ou eliminatórios.

Serão apenas aceites participações de residentes em Portugal. 

Boa sorte! Participem!

publicado por marcia às 15:14
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Terça-feira, 29 de Setembro de 2015

Os Números que Venceram os Nomes - Samuel Pimenta - Opinião

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Os números já venceram os nomes.

No livro de Samuel Pimenta tudo acontece no futuro. Mas todos sabemos. Todos sentimos. Que somos números.

Pode não ser no sentido literal, pois todos temos (ainda) os nossos nomes, mas a verdade é que os números já lhes levam um grande avanço. E é sobre isto que Samuel escreve, não só acerca da perda de identidade, mas, acima de tudo desse caminho sem volta como pequenas peças numeradas na sociedade.

O trabalho é um bom exemplo, talvez dos melhores. Cada vez mais sentimos que somos apenas máquinas programadas a executar tarefas, de quem se esperam resultados de acordo com os objectivos “propostos”; muitas vezes os nossos e-mails já nem têm os nossos nomes de modo a poderem ser “reutilizados” pelo próximo número, aquele que nos vai substitui se for preciso apagar a nossa passagem. Sabemos que é assim. Que nos devemos defender não criando laços, não fazendo amigos, não envolvendo sentimentos que possam atrapalhar o nosso bom profissionalismo. Participamos do lado dos números, por defesa mas em consciência, no apagamento dos nomes.

Está visto que o que mais gostei neste livro foi o tema. Pela actualidade (futurismos à parte); pela lucidez do autor, um observador que constrói (ou desconstrói) e trabalha uma boa ideia que, quanto a mim, poderia ser mais profundamente abordada. Ou seja, eu queria mais deste “ Os Números que Venceram os Nomes”. Queria que não tivesse terminado tão rápido, a fluidez da escrita leva-nos num instante até à última página. Queria, portanto, mais páginas, maior complexidade com (ainda) mais achas para esta fogueira polémica. Este livro é um ponto de partida para discussões que não se gastam, não terminam e enriquecem aqueles que, apesar de tudo, insistem em viver de olhos abertos.

Agora, Samuel, é continuar.

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Sinopse

“Num futuro distante, comprovada matematicamente a existência de Deus, os homens são obrigados a trocar os seus nomes por números. Ergue-se uma ditadura global, em que todos são controlados e descaracterizados, uma sociedade de uma única religião, em que os algarismos definem tudo – pessoas, países, ruas, animais -, em detrimento da essência de cada um.

Os Números Que Venceram os Nomes, Samuel Pimenta consegue, com uma destreza literária que nos prende do início ao fim, contar uma história empolgante, que, embora passando-se num futuro imaginário, questiona muitos dos problemas das sociedades contemporâneas – a substituição estéril de um mundo espiritual por uma realidade puramente material.”

Marcador, 2015

publicado por marcia às 00:24
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Segunda-feira, 21 de Setembro de 2015

Marcador - Os Números que Venceram os Nomes, de Samuel Pimenta

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Em Os Números Que Venceram os Nomes, Samuel Pimenta consegue, com uma destreza literária que nos prende do início ao fim, contar uma história empolgante, que, embora passando-se num futuro imaginário, questiona muitos dos problemas das sociedades contemporâneas – a substituição estéril de um mundo espiritual por uma realidade puramente material.

Num futuro distante, comprovada matematicamente a existência de Deus, os homens são obrigados a trocar os seus nomes por números. Ergue-se uma ditadura global, em que todos são controlados e descaracterizados, uma sociedade de uma única religião, em que os algarismos definem tudo – pessoas, países, ruas, animais -, em detrimento da essência de cada um.

SAMUEL PIMENTA nasceu a 26 de Fevereiro de 1990, em Alcanhões, Santarém. Começou a escrever com dez anos e licenciou-se em Ciências da Comunicação pela Universidade Nova de Lisboa. Em 2012, venceu o Prémio Jovens Criadores na vertente de Literatura, promovido pelo Governo de Portugal e pelo Clube Português de Artes e Ideias. Recebeu, em 2014, a Comenda Luís Vaz de Camões, atribuída pela “Literarte – Associação Internacional de Escritores e Artistas”, no Brasil, assim como o Prémio Liberdade de Expressão 2014, atribuído pela Associação de Escritores de Angra dos Reis, Brasil. Tem participado em diversas conferências e encontros literários nacionais e internacionais e tem colaborado com publicações em Portugal, Brasil, Angola, Moçambique e Galiza. Atualmente, divide-se entre Lisboa e o Ribatejo, é cronista e escreve regularmente para o seu blog pessoal.

publicado por marcia às 23:21
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