Domingo, 20 de Março de 2011

A Queda dos Gigantes - Ken Follett - Opinião

 

Não há nada melhor do que pegar num livro e saber que vai ser bom, que nos vai dar horas e horas de prazer, que vamos ler cada página a desejar nunca chegar ao fim. Ken Follett não desilude e “A Queda dos Gigantes” só tem um defeito: saber que é uma trilogia cujos livros seguintes ainda não estão editados… ter de esperar… bom, ainda bem que agora não faltam livros deste autor nas livrarias, sinceramente espero poder ler vários ainda este ano.

Este primeiro livro da trilogia “O Século” recordou-me do que é ler com gosto e prazer. Um romance bem escrito, envolvente, com um leque de personagens de ficção que convivem com personagens históricas sobejamente conhecidas. A acção decorre entre os anos 1911 e 1925, e tem como palco a I Guerra Mundial, assim como o período que a antecede bem como os anos do pós-guerra. Entramos na vida de várias famílias de realidades bem diferentes, e de diversos pontos do globo: Alemanha, Áustria, França, País de Gales, Inglaterra, Escócia, EUA, Rússia. Admito o meu conhecimento superficial em relação a esta época histórica, como tal esta leitura, além de empolgante, foi de extrema utilidade na aquisição de conhecimento. Não serei a pessoa ideal para avaliar a coerência e fiabilidade da informação exposta, mas acredito no rigor da investigação do autor.

Não me vou perder a falar de nenhuma personagem em particular. São tantas que a princípio tive de me socorrer diversas vezes do elenco descrito nas páginas iniciais; mas uma vez entrando no ritmo deixou de ser necessária esta consulta… já vivia e dormia a vidas destas personagens! Adorei seguir o percurso de cada um, analisar de que forma as mudanças sociais e os factores históricos influenciam rumos, tentei adivinhar se alguns se iriam voltar a ver no futuro e quais seriam as cicatrizes que a guerra iria deixar em cada um. Emocionei-me com as histórias de amor, revoltei-me com as injustiças e vibrei com as vitórias.

Fica a certeza de que tudo é cíclico, que quem está bem pode passar à situação inversa por um pequeno acaso do destino. Uma guerra muda tudo, separa os que se amam, faz as crianças crescerem depressa, atormenta quem está longe e sem notícias. Mas a consequente conclusão é a da inutilidade de tantas vidas perdidas num conflito que por tantas vezes perdeu qualquer lógica, se é que alguma vez a chegou a ter.

Ken Follett é, mais uma vez, brilhante!

Sinopse

“Em A Queda dos Gigantes, o primeiro volume da trilogia "O Século", as vidas de 5 famílias - americana, alemã, russa, inglesa e escocesa - cruzam-se durante o período tumultuoso da Primeira Grande Guerra, da Revolução Russa e do Movimento Sufragista.
Neste primeiro volume, que começa em 1911 e termina em 1925, travamos conhecimento com as cinco famílias que nas suas sucessivas gerações virão a ser as grandes protagonistas desta trilogia. Os membros destas famílias não esgotam porém a vasta galeria de personagens, incluindo mesmo figuras reais como Winston Churchill, Lenine e Trotsky, o general Joffreou ou Artur Zimmermann, e irão entretecer uma complexidade de relações entre paixões contrariadas, rivalidades e intrigas, jogos de poder, traições, no agitado quadro da Primeira Grande Guerra, da Revolução Russa e do movimento sufragista feminino.
Um extraordinário fresco, excepcional no rigor da investigação e brilhante na reconstrução dos tempos e das mentalidades da época.”

Editorial Presença, 2010

publicado por marcia às 23:02
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Domingo, 3 de Outubro de 2010

Os Pilares da Terra Volume II - Ken Follett - Opinião

 

Após a conclusão da leitura do Volume I de ”Os Pilares da Terra”, iniciei de imediato a leitura do Volume II de tal forma estava envolvida e maravilhada com esta história.

Uma vez terminada esta leitura apenas posso dizer que se trata de um romance fascinante que me encheu completamente as medidas. Fiquei presa até ao final, até aos últimos desenvolvimentos deste épico, sempre com o desejo de que fosse feita justiça em relação a todos os acontecimentos e personagens.

A minha opinião mantém-se idêntica à que escrevi para o Volume I, trata-se de um romance arrebatador que me prendeu, consumiu e maravilhou. Nesta “2ª parte” a leitura ganha um novo alento graças ao par Jack e Aliena, uma história de amor sofrida e linda capaz de arrancar suspiros de paixão e dor. Jack é uma personagem absolutamente fascinante, um homem à frente do seu tempo, inteligente, curioso e com uma necessidade constante de saber e aprender – a busca do conhecimento pelo conhecimento. Apaixonado por Aliena desde menino, acredita no amor e na realização que as coisas simples podem trazer.

Não posso deixar mais uma vez de referir a grande capacidade de Ken Follett como contador de histórias, estou rendida à forma como um livro sobre a construção de uma catedral no Século XII pode conter tantos percursos de vida, tantas voltas e reviravoltas e ser tão apaixonante.

Nesta altura estou muito curiosa para ver a série “The Pillars of the Earth”, e tenho de confessar a enorme vontade de ler “Um Mundo sem Fim”, romance do mesmo autor que promete uma nova viagem a Kingsbridge.

Sinopse

“Do mesmo autor do thriller "A Ameaça", chega-nos um arrebatador romance histórico que se revelou ser uma obra-prima aclamada pela comunidade de leitores de vários países que num verdadeiro fenómeno de passa-palavra a catapultaram para a ribalta. Originalmente publicado em 1989, veio para o nosso país em 1995, publicado por outra editora portuguesa, recuperando-o agora a Presença para dar continuidade às obras de Ken Follett. O seu estilo inconfundível de mestre do suspense denota-se no desenrolar desta história épica, tecida por intrigas, aventura e luta política. A trama centra-se no século XII, em Inglaterra, onde um pedreiro persegue o sonho de edificar uma catedral gótica, digna de tocar os céus. Em redor desta ambição soberba, o leitor vai acompanhando um quadro composto por várias personagens, colorido e rico em acção e descrição de um período da Idade Média a que não faltou emotividade, poder, vingança e traição. Conheça o trabalho de um autêntico mestre da palavra naquela que é considerada a sua obra de eleição. “

Editorial Presença, 2009 

publicado por marcia às 22:45
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Terça-feira, 28 de Setembro de 2010

Os Pilares da Terra Volume I - Ken Follett - Opinião

 

Ken Follett é dos meus autores favoritos; “Os Pilares da Terra” é dos seus romances mais apreciados pelos leitores; as minhas expectativas para esta leitura eram, e são, bastante elevadas.

Digo que são bastante elevadas pois, apesar de já ter concluído a leitura do primeiro volume, a Editora Presença fez uma edição de dois volumes para o nosso país; confesso que não percebo muito bem porquê dado que se trata de um único livro. Um livro longo é certo (cerca de 1100 páginas), cuja separação em dois poderá implicar uma receita interessante. Enfim, dado o preço exorbitante destes livros optei por adquiri-los na “Hora H” da última Feira do Livro de Lisboa, uma iniciativa que me agradou muito e que espero que se venha a repetir.

Bom, mas deixando de lado estes pormenores, importa dizer que mais uma vez estou rendida à escrita soberba de Ken Follett, confirma-se a sua supremacia como escritor que nos oferece um livro que se saboreia, que se lê com calma e que nos transporta numa viagem à vida de interessantes personagens, no decorrer do Século XII em Inglaterra.

Follett explora de forma magistral as características humanas no âmbito das suas relações. Vícios, ambições, invejas, intrigas, conspirações, traições, amizade, amor e demais sentimentos ou condições, são expostos de forma tão crua e verdadeira que me perdi tantas vezes a meditar acerca das capacidades do ser humano em superar dificuldades e desafios não importa a que custo. Apesar de acção decorrer no Século XII é de uma actualidade impressionante, faz pensar se o ser humano não terá evoluído nada pois, em muitas situações, continuamos a reagir com o pior de nós.

Sempre com a construção de uma Catedral como tema central, vai-nos sendo apresentado um rol de personagens com histórias bem estruturadas, e cujos percursos se vão cruzando de modo a implicar muitas vezes viragens radicais na acção da narrativa.

Tom Pedreiro tem o sonho de construir uma Catedral imponente. Apaixonado pela construção, pelas suas técnicas e desafios, é um homem movido pelo desejo de ver edificada uma obra que mude a vida de todos os que a possam visitar. Tom é pobre. É um exemplo de persistência e honestidade; muitas vezes sofre por ver os seus passos limitados, por se deparar com inúmeras dificuldades na realização do seu sonho. Philip é Monge, torna-se Prior de Kingsbridge, e uma série de acontecimentos vão permitir que a Catedral seja construída nesse local. Este livro é sobre o sonho destes dois homens, sobre a sua persistência perante as inúmeras dificuldades, sobre a forma como tentam sempre superar as traições e os conflitos de interesses, do modo como os seus bons princípios os deixam muitas vezes sem solução perante a imensa maldade humana.

Muitas outras personagens desfilam perante a nossa atenção, todas descritas e enriquecidas com vidas muito completas, todas têm o seu papel e os seus objectivos. Situações que quero continuar a acompanhar e a descobrir ao longo da leitura do segundo volume.

Para já fica a certeza de ser dos melhores livros que já li. Estou completamente maravilhada e entusiasmada em prosseguir com esta leitura.

Sinopse

“Do mesmo autor do thriller "A Ameaça", chega-nos o primeiro volume de um arrebatador romance histórico que se revelou ser uma obra-prima aclamada pela comunidade de leitores de vários países que num verdadeiro fenómeno de passa-palavra a catapultaram para a ribalta. Originalmente publicado em 1989, veio para o nosso país em 1995, publicado por outra editora portuguesa, recuperando-o agora a Presença para dar continuidade às obras de Ken Follett. O seu estilo inconfundível de mestre do suspense denota-se no desenrolar desta história épica, tecida por intrigas, aventura e luta política. A trama centra-se no século XII, em Inglaterra, onde um pedreiro persegue o sonho de edificar uma catedral gótica, digna de tocar os céus. Em redor desta ambição soberba, o leitor vai acompanhando um quadro composto por várias personagens, colorido e rico em acção e descrição de um período da Idade Média a que não faltou emotividade, poder, vingança e traição. Conheça o trabalho de um autêntico mestre da palavra naquela que é considerada a sua obra de eleição. “

Editorial Presença, 2009 

publicado por marcia às 11:08
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Domingo, 20 de Junho de 2010

O Homem de Sampetersburgo - Ken Follett - Opinião

 

Com esta leitura pude comprovar mais uma vez a elevada qualidade da escrita de Ken Follett, bem como da sua criatividade e imaginação. “ O Homem de Sampetersburgo" mantém-se na linha “suspense/conspiração/intriga política”, sempre sustentada por factos históricos reais e oferecendo ao leitor a possibilidade de acreditar que a ficção pode alterar o rumo da História.

Neste caso estamos perante uma poderosa história de amor, ao nível de um épico arrebatador pleno de paixão e mistérios. O final previsível não tira nenhum entusiasmo à leitura.

Povoado de personagens históricas como Winston Churchill e repleto de excelentes descrições e caracterizações dos eventos políticos e sociais do início do Século XX em Inglaterra: vida na Corte, tradições ao nível culinário, de vestuário e ambientes. O modo de vida das classes mais baixas não é esquecido, a crueldade da pobreza é também alvo de escrutínio, bem como a forma como os modos de vida condicionam o que nos tornamos no futuro.

No centro desta narrativa está um triângulo amoroso com vértices no passado e no presente. Se no passado, na sua Rússia natal, Lydia viveu uma paixão arrebatadora com Feliks, agora é esposa de Stephen e goza de uma elevada posição social em Inglaterra. No entanto, o amor do passado nunca foi esquecido e quando Feliks surge novamente na vida de Lydia todos os fantasmas regressam para a atormentar. Feliks tornou-se um assassino em prol da causa anarquista e tem uma missão em que se envolve directamente com a família de Lydia. “O Homem de Sampetersburgo” oferece muita acção e emoção, obriga a um virar compulsivo das páginas, e proporciona uma viagem de alto nível.

Destaco a personagem de Charlotte como minha favorita. É a filha de Lydia e Stephen e é nela que se reflectem as atitudes da mãe tendo em conta os acontecimentos do passado. Charlotte é super-protegida e mantida longe de todas as questões “reais”. Contudo, apesar de ter crescido numa redoma que a isolou, o seu temperamento obstinado, por ser curiosa e naturalmente interessada por política, liberta-se das inúmeras regras sociais impostas e deixa-se levar pelo seu espírito crítico aguçado pelos constantes castigos da família. Charlotte é, no início do Século XX, uma das sementes do que virá a ser a luta das mulheres pela igualdade num mundo de homens.

Como único contra aponto os erros ortográficos, fruto de uma revisão pouco cuidada.

Sinopse

“1914: a Alemanha prepara-se para a guerra e os aliados constroem as suas defesas. Ambos os lados precisam da Rússia, que se debate com problemas internos graves e vive na iminência de uma Revolução. Em Inglaterra, o duque de Walden e Winston Churchill planeiam, em total segredo, uma aliança com a Rússia. Contudo, um homem disposto a tudo e sem nada a perder infiltra-se no país com a intenção de travar a todo o custo o acordo entre russos e britânicos. Conseguirá O Homem de Sampetersburgo deixar o país a seus pés e inverter o curso da História?”

Bertrand, 2009

publicado por marcia às 18:05
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Sexta-feira, 1 de Maio de 2009

Contagem Decrescente

 

 

Depois do “Terceiro Gémeo” do mesmo autor, foi com grande expectativa que encarei a leitura deste “Contagem Decrescente”.
Não me desiludiu mas não achei tão empolgante como o anterior.
Uma história intrigante e misteriosa que vai sendo descoberta há medida que a leitura avança. O início é como uma nuvem de fumo, um homem sem memória que não sabe quem é. Grande parte do livro é um juntar de peças na descoberta da sua identidade, da sua história pessoal e percurso profissional.
O Dr. Claude Lucas é um proeminente cientista envolvido no lançamento do primeiro satélite espacial americano. Descobriu algo que alguém quer ocultar. E agora nem ele próprio se lembra do que poderá ser.
A história de um homem que junta as peças do passado e descobre novas versões daqueles que lhe são mais próximos. Contra quem deverá lutar? Quem é o inimigo e porquê?
A narrativa vai fazendo várias visitas ao passado para dar ao leitor uma visão do relacionamento das personagens ao longo do tempo. Não é uma daqueles livros com um grande final pois os mistérios vão-se resolvendo a espaços e o leitor consegue com alguma facilidade perceber os factos e identificar culpados.
Ideal para apreciadores de acção, conspiração e espionagem.
 Sinopse
“Ano de 1958: a Guerra Fria está no auge, os Soviéticos acabaram de bater os Americanos nos primeiros capítulos da corrida para a conquista do espaço. Claude Lucas acorda, uma manhã, na Union Station de Washington. Vestido com roupas de vagabundo, está afectado por uma amnésia que o impede de recordar, entre outras coisas, o seu estatuto profissional. Acontece que ele é uma personagem central no próximo lançamento do Explorer I, um foguetão do exército dos EUA. Anthony Carroll, agente da CIA e velho amigo de Lucas, anda a seguir o caso. E convém-lhe que a amnésia não passe tão depressa…
Com o seu habitual sentido de suspense, Ken Follett regressa às atribulações do thriller político. Contagem Decrescente, um livro emocionante que vai surpreender os próprios fãs do autor, já é um best-seller internacional.”
“Com uma habilidade inigualável, Follett vai tecendo as linhas da sua narrativa até as reunir num final absolutamente inesperado” New York Times Book Review
Notícias Editorial, 2002

 

opinião:
publicado por marcia às 11:20
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Domingo, 22 de Março de 2009

O Terceiro Gémeo

 

 

Esta foi a minha primeira experiência literária com um dos autores mais falados dos últimos tempos, Ken Follett. Preferi não começar pelo conhecidíssimo “Os Pilares da Terra” mas sim por um título menos divulgado mas do qual já tinha recebido opiniões bastante positivas.
“O Terceiro Gémeo” é um livro poderoso e surpreendente que nos agarra em todas as páginas; sem picos de acção, todo ele é escrito de modo a deixar-nos sempre no limite das emoções. Impossível de largar até acabar!
Tenho algumas dúvidas de como devo expressar a minha opinião em relação a esta história; o fio condutor é tão rico de pormenores e surpresas que receio revelar algo que comprometa ou revele o desfecho. Na verdade não sei se posso falar em desfecho já que o final é talvez a parte menos emocionante do livro.
Bom, posso dizer que logo no início questionei o título…afinal dá logo algumas pistas sobre a história, qual é a ideia do autor? Ken Follett tem inúmeras ideias, este livro está cheio delas…o que sem dúvida aguçou a minha curiosidade para ler outras obras dele…estou decidida a fazer algumas pesquisas…
Talvez se possa enquadrar num género policial/suspense. Levanta questões de ética, violação de privacidade e a muito polémica clonagem. Até onde pode ir a ciência em prol da descoberta e do avanço da humanidade, quais são os limites? Existem limites?
Um drama social e familiar. Questiona sentimentos e a importância destes perante a máquina económica e a ambição cega. Leiam!
 
Sinopse
“Tendo por cenário o mundo da manipulação genética, que pretende a criação de sociedades modelares, O Terceiro Gémeo é a história apelativa e simultaneamente aterradora da utilização descontrolada da tecnologia. Trata-se, no fundo, do romance da vida de uma mulher corajosa que tenta fazer valer as suas convicções, mesmo diante dos poderosos. Chama-se Jeannie Ferrami e é uma jovem cientista interessada no estudo dos componentes genéticos. Tudo começa (ou acaba?) quando ela, através da utilização de uma base de dados do FBI, de acesso restrito, localiza dois homens que parecem gémeos: Steve, um estudante de Direito (mais tarde acusado de um crime que há-de sempre negar) e Dennis, um criminoso condenado por assassínio. Só que, realmente, eles nasceram em dias diferentes, de mães desiguais e em hospitais distantes. Talvez muito disto tenha bastante a ver com clonagem, uma investigação de Jeannie tenta fazer, apesar do Pentágono, do New York Times e da conspiração em que se vê envolvida. Ou seja, um romance a mostrar um Ken Follett no auge da sua carreira de escritor.”
 
Editorial Notícias, 1999

 

 

opinião: Excelente!
a ler: Nunca te Perdi, Linda Howard
publicado por marcia às 16:15
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