Sábado, 23 de Setembro de 2017

Octaedro, de Julio Cortázar - Cavalo de Ferro - Já nas livrarias

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Nos interstícios da realidade nascem aventuras improváveis: um rosto refletido numa janela, que desencadeia o nascer de sentimentos amorosos segundo uma lógica combinatória relacionada com os percursos da rede do metropolitano; mortos que voltam a morrer na viscosidade ilusória dos sonhos; personagens irreais que procuram a sua existência através de dolorosas mentiras — Morte, amor, relações humanas, a presença constante e imperturbável do inexplicável: todas as faces da existência humana e a certeza que fica, no final, de que nenhuma delas pode ser encarada somente através de um único prisma.

O octaedro de oito contos publicado originalmente em 1974 e, até hoje, inteiramente inédito em Portugal, é um dos livros mais representativos e celebrados de Cortázar, em que a audácia estilística se equipara ao desafio constante perante os determinismos e previsibilidade da vida quotidiana.

 

«A ti que me lês, nunca te aconteceu uma coisa começar num sonho e voltar em muitos sonhos mas não é aquilo, não é apenas um sonho? Qualquer coisa que está ali mas onde, como; qualquer coisa que acontece ao sonhar, claro, puro sonho mas depois…»

 

Julio Cortázar (1914 - 1984), escritor argentino, é considerado um dos autores mais inovadores e originais do seu tempo. Mestre no conto e na narrativa curta, a sua obra é apenas comparável a nomes como os de Edgar Allan Poe, Tchékhov ou Borges. Deixou igualmente romances como O Jogo do Mundo (Rayuela), que inauguraram uma nova forma de fazer literatura na América Latina, rompendo com o modelo clássico, mediante uma narrativa que escapa à linearidade temporal e onde as personagens adquirem uma autonomia e uma profundidade psicológica únicas.

publicado por marcia às 10:43
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Quarta-feira, 20 de Setembro de 2017

Ken Follett em Portugal - 24 Setembro no CCB

Convite Ken Follett.jpg

publicado por marcia às 19:00
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Domingo, 17 de Setembro de 2017

Ensaio sobre o dever (Ou a Manifestação da Vontade) - Rute Simões Ribeiro - Opinião

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Quando vi informação no site escritores.online acerca do livro de Rute Simões Ribeiro fiquei de imediato muito curiosa. Uma obra finalista do Prémio Leya (o que inevitavelmente lhe confere um selo de qualidade) em edição de autor não se vê todos os dias. Fiz alguma pesquisa e encontrei o livro na amazon, curiosamente nesse dia o ebook estava disponível para download gratuito e eu não hesitei. E (talvez) porque nestas coisas dos livros acontecem coincidências engraçadas, passados um ou dois dias recebi um e-mail da autora a sugerir-me a leitura de um exemplar físico e uma opinião honesta.

Troco sempre, excepção feita aos calhamaços, uma leitura digital pelo prazer de sentir o livro nas mãos. Quando o livro chegou fiquei muito satisfeita, não sabia que a kindle fazia livros tão bonitos e agradáveis ao toque. A paginação pareceu-me mesmo muito boa e a cor das páginas perfeita. Sim, eu estava impressionada.

Iniciei a leitura. Senti grande semelhança com José Saramago. Animei-me com a perspectiva distópica da narrativa. Embalei-me na história e segui caminho. Rute Simões Ribeiro escreve de forma bastante madura e segura, tem uns apontamentos de humor algo inesperados que muito me agradaram. É incisiva nessas “farpas” que lança à sociedade e requer alguma atenção por parte do leitor, o que não é difícil pois o livro impõe entrega desde a primeira página.

Não me alongo na descrição do enredo pois para isso deixo-vos a sinopse, mas adianto que uma ordem vinda não se sabe de onde exige aos cidadãos a escolha de apenas um sentido em vez dos cinco até então disponíveis (foi reconhecido pelo júri do Prémio Leya como “Os Cegos e os Surdos”). Apesar de nunca nos ser dada orientação geográfica a cronológica, para mim a acção poderia muito bem passar-se em Portugal, na actualidade. Acho muito interessante a opção imposta aos cidadãos (para efeitos literários, claro está) e a forma como o estado os “acompanhou” na escolha do sentido, opção essa tomada sempre considerando o papel de cada um na sociedade, ou seja, como é apanágio de qualquer estado (distópico) sempre em prol do bem comum. Como daqui se vai ali, e das dificuldades nascem forças, a tendência das pessoas acaba por ser a de se unirem de novas formas, como que criando um prolongamento de si próprias apoiando-se nos sentidos disponíveis uns dos outros. Uma ideia bonita, sem dúvida, não fosse esse apoio necessário para consumir as novidades à disposição destas pessoas des-sensoriadas (perdoem-me a invenção, não resisti).

Em suma, um livro com uma ideia bem esgalhada, apoiada em José Saramago, é certo, mas que prova ter pernas para andar sozinha. O desenvolvimento do tema é admirável. Li com constante interesse e espanto. Não é que uma edição de autor tem uma revisão bem melhor do que muitos livros das melhores editoras?

Leiam-no. É só clicar aqui.

Sinopse

“Os cidadãos do mundo inteiro são chamados a tomar uma decisão por uma entidade desconhecida. Têm de escolher um sentido apenas, «a saber», pode ler-se na misteriosa mensagem, «visão, audição, olfacto, tacto, paladar, com exclusão do apelidado sexto sentido, dado que, neste último caso, é o sentido que escolhe o portador, em caso algum podendo ocorrer o inverso». Receando o impacto da escolha livre na organização da sociedade, o governo decide obrigar os cidadãos eleitores a escolherem o sentido determinado em conselho de ministros, sob pena de penalização no rendimento, chamando as pessoas, em nome da nação, ao exercício de um dever colectivo de reorganização após a «extracção dos sentidos». Perante a ordem do governo, os partidos da oposição apresentam moções de censura e os auto-apelidados «guerrilheiros da liberdade» formam «brigadas dos sentidos», ainda que acabando estas por «forçar as pessoas a serem livres». Três personagens principais entrecruzam-se na história, um primeiro-ministro, um guerrilheiro da liberdade e uma mãe, partilhando, de algum modo, sentimentos de dever e de vigilância constante. Após a instituição de novos hábitos, ajustados à nova «ordem de sentidos», o primeiro-ministro depara-se com um inusitado e perturbador pedido do país vizinho, em nome de um antigo acordo a que está vinculado.”

Kindle Edition, 2017

publicado por marcia às 19:02
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Domingo, 10 de Setembro de 2017

O Ladrão que Estudava Espinosa - Lawrence Block

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Os policiais são, quanto a mim, livros de eleição para descomprimir. Como intervalos de leituras mais exigentes (não que estes não o sejam), ou simplesmente porque sim. Adaptam-se sempre a qualquer circunstância. Não leio tantos como gostava, e alguns deles nem chego a trazer aqui para o blogue, mas é um género que me interessa pois, mesmo a relaxar, mantém a cabeça em ebulição.

O que ainda não me tinha acontecido era ler um policial tão bem escrito como este. Literariamente falando. Tenho este tipo de livros como lineares ao nível da escrita, que permitem uma leitura rápida, e trato-os como entretenimento que tanta falta faz.

Percebi que Lawrence Block escreveu um rol de livros de meter inveja e que é muito apreciado pelos fãs (que são muitos). Uma das suas séries mais famosas é a do detective Bernie Rhodenbarr, um ex-ladrão em recuperação, dono de uma loja de livros usados (como não gostar de Bernie?), com um talento nato para abrir toda a espécie de fechaduras. Tive o prazer de conhecer Bernie nesta leitura.

Este livro foi escrito em 1980, e foi engraçado regressar a uma época em que as pessoas contactavam por telefone fixo, não enviavam e-mails nem sms, e marcavam encontros sem dezenas de chamadas de confirmação.

Bernie e a amiga Carolyn vão assaltar uma casa (sim, eu disse que Bernie estava a tentar deixar o vício de roubar) e, a partir daí (como sempre acontece) tudo corre ao contrário do previsto.

Bernie é ardiloso e inteligente, apesar de não parecer está sempre uns passos à frente da polícia (a quem tem de convencer que não matou a dona da casa assaltada que regressou mais cedo do que o previsto) e dos supostos verdadeiros homicidas.

Uma viagem que vai para além do mundo do crime, que apresenta ao leitor um certo glamour em ser ladrão e que o presenteia com detalhes interessantes sobre o (sub)mundo dos receptadores dos valiosos objectos roubados. Tudo isto com uma pitada de sentido de humor muito particular.

A edição é da Cotovia num lindíssimo azul que se estende à parte de fora das páginas. Foram editados mais dois livros do autor, suponho que a colecção não tenha vingado por cá. Garanto-vos que é uma pena.

Sinopse

“Bernard Rhodenbarr é um detective com uma particularidade única: é obrigado a investigar crimes para provar à polícia que não foi ele que os cometeu. Livreiro em Nova Iorque, Bernie cultiva outras paixões, mais lucrativas — como abrir fechaduras sem usar chaves e pilhar a propriedade alheia. Desta vez, o que faz é apropriar-se de uma moeda de cinco centavos — mas um V-Nickel, raridade estimada em meio milhão de dólares. Depois do roubo ocorrem dois assassinatos relacionados com o desaparecimento da peça. De quem desconfia a polícia? Enquanto administra os conflitos entre Carolyn, sua cúmplice, e Denise, sua amante, Rhodenbarr põe em prática um plano para se salvar. Terá de usar todo o seu talento com fechaduras e de procurar nos escritos do filósofo Espinosa as chaves para desvendar o caso, isto é: para continuar apenas com fama de ladrão.”

Cotovia, 2011

Tradução de Maria Helena Rodrigues de Souza

publicado por marcia às 10:50
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Sábado, 9 de Setembro de 2017

Novo romance de Ken Follett num regresso ao universo de "Os Pilares da Terra" e de "Um Mundo Sem Fim"

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No próximo dia 12 setembro chega às bancas o novo livro de Ken Follett, Uma Coluna de Fogo, num regresso ao universo de Os Pilares da Terra e Um Mundo Sem Fim.

Sinopse

"Natal de 1558. O jovem Ned Willard regressa a Kingsbridge, e descobre que o seu mundo mudou. As velhas pedras da catedral de Kingsbridge contemplam uma cidade dividida pelo ódio de cariz religioso. A Europa vive tempos tumultuosos, em que os princípios fundamentais colidem de forma sangrenta com a amizade, a lealdade e o amor. Ned em breve dá consigo do lado oposto ao da rapariga com quem deseja casar, Margery Fitzgerald.
Isabel Tudor sobe ao trono, e toda a Europa se vira contra a Inglaterra. A jovem rainha, perspicaz e determinada, cria desde logo o primeiro serviço secreto do reino, cuja missão é avisá-la de imediato de qualquer tentativa quer de conspiração para a assassinar, quer de revoltas e planos de invasão.
Isabel sabe que a encantadora e voluntariosa Maria, rainha da Escócia, aguarda pela sua oportunidade em Paris. Pertencendo a uma família francesa de uma ambição brutal, Maria foi proclamada herdeira legítima do trono de Inglaterra, e os seus apoiantes conspiram para se livrarem de Isabel.
Tendo como pano de fundo este período turbulento, o amor entre Ned e Margery parece condenado, à medida que o extremismo ateia a violência através da Europa, de Edimburgo a Genebra. Enquanto Isabel se esforça por se manter no trono e fazer prevalecer os seus princípios, protegida por um pequeno mas dedicado grupo de hábeis espiões e de corajosos agentes secretos, vai-se tornando claro que os verdadeiros inimigos, então como hoje, não são as religiões rivais.
A batalha propriamente dita trava-se entre aqueles que defendem a tolerância e a concórdia e os tiranos que querem impor as suas ideias a todos, a qualquer custo."

Ken Follett tinha 27 anos quando escreveu The Eye of the Needle, o premiado thriller que veio a tornar-se um aclamado bestseller internacional. Na década seguinte, em 1989, surpreendeu os leitores com Os Pilares da Terra, uma magnífica obra sobre a construção de uma catedral em plena Idade Média, que continua a cativar milhões de leitores em todo o mundo; em 2007, surgiu a muito aguardada sequela, Um Mundo Sem Fim, que chegou ao topo das listas dos livros mais vendidos nos EUA, no Reino Unido e em toda a Europa. Mais recentemente, escreveu a aclamada trilogia O Século, de que fazem parte os volumes A Queda dos Gigantes, O Inverno do Mundo e No Limiar da Eternidade. O seu romance mais recente, Uma Coluna de Fogo regressa à saga dedicada ao ciclo de Kingsbridge.

Saibam mais sobre Uma Coluna de Fogo no site da Editorial Presença.

publicado por marcia às 10:12
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Terça-feira, 5 de Setembro de 2017

"Os Melhores Contos de Edgar Allan Poe", uma edição ilustrada por 28 artistas nacionais

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A Saída de Emergência publica na sua coleção Bang! O livro Os Melhores Contos de Edgar Allan Poe, uma edição muito especial ilustrada por 28 artistas nacionais. Reconhecido como uma das vozes mais influentes e inspiradoras do século XIX, a presente edição especial convida-o a apreciar 28 dos melhores contos do autor ilustrados por artistas nacionais, dando a conhecer o legado de Edgar Allan Poe a novas gerações.

Quem foi Edgar Allan Poe? Um bardo tocado pelos deuses ou nada mais do que um homem atormentado pela loucura e pobreza e que desapareceu misteriosamente nos últimos dias antes da sua morte?

As histórias que deixou para trás mostram como o seu génio literário não  se detinha perante nada. Abriu novos caminhos de ficção e tornou-se assim pai de histórias de detetives, pioneiro na ficção científica, um mestre do suspense e horror.

A apresentação deste livro é já no dia 7 e será integrada na programação do Motelx – Festival Internacional de cinema de terror de Lisboa.

Vemo-nos lá?

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publicado por marcia às 23:10
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Domingo, 3 de Setembro de 2017

O Nome das Árvores - Rui Miguel Fragas

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Poesia. Não costumo ler. E levei mais tempo a ler este livro de setenta e uma páginas do que muitos calhamaços. Em cada frase encontrei tantas coisas que me detive nos contornos das palavras. Deve haver uma magia estranha nestes poemas, que a cada regresso me contavam algo novo. Um livro pequeno que esconde segredos a descobrir em próximas releituras. Um livro que é um poema.

Dos contos fantásticos aos poemas mágicos, fica a vontade de continuar a descobrir o autor.

Recomendo sem reservas.

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 Poética Edições, 2014

publicado por marcia às 19:21
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Sexta-feira, 1 de Setembro de 2017

Ensaio Sobre o Dever (Ou a Manifestação da Vontade), de Rute Simões Ribeiro

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Foi um pouco por caso que descobri este livro aqui. Interessou-me. Tanto a sinopse, como a capa e, principalmente, o percurso da autora. A obra foi finalista do prémio Leya 2015. Esta é uma edição de autor muito bem conseguida, suave ao tacto, a cor das páginas está no ponto, assim como a mancha de texto. Fisicamente já me impressionou. Está na pilha dos próximos.

Sinopse

«Ensaio sobre o Dever (Ou a Manifestação da Vontade)», de Rute Simões Ribeiro, é o primeiro romance desta escritora portuguesa e foi uma das cinco obras Finalistas do Prémio LeYa 2015, com o título que recebeu originalmente, "Os Cegos e os Surdos". Com uma escrita e um imaginário fundados em José Saramago e Alfred Hitchcock, este livro enquadra-se dificilmente num género literário, desvinculando-se de limites normativos que pudessem condicionar a narrativa. Refletindo, com grande subtileza, um dos períodos mais conturbados da história mundial, a autora desenvolve uma teia de personagens e de eventos insólitos, sociológicos e políticos, que o leitor consegue imaginar poder passar-se na atualidade, exibindo um profundo domínio sobre as palavras e um particular sentido de humor. Sinopse: Os cidadãos do mundo inteiro são chamados a tomar uma decisão por uma entidade desconhecida. Têm de escolher um sentido apenas, «a saber», pode ler-se na misteriosa mensagem, «visão, audição, olfacto, tacto, paladar, com exclusão do apelidado sexto sentido, dado que, neste último caso, é o sentido que escolhe o portador, em caso algum podendo ocorrer o inverso». Receando o impacto da escolha livre na organização da sociedade, o governo decide obrigar os cidadãos eleitores a escolherem o sentido determinado em conselho de ministros, sob pena de penalização no rendimento, chamando as pessoas, em nome da nação, ao exercício de um dever colectivo de reorganização após a «extracção dos sentidos». Perante a ordem do governo, os partidos da oposição apresentam moções de censura e os auto-apelidados «guerrilheiros da liberdade» formam «brigadas dos sentidos», ainda que acabando estas por «forçar as pessoas a serem livres». Três personagens principais entrecruzam-se na história, um primeiro-ministro, um guerrilheiro da liberdade e uma mãe, partilhando, de algum modo, sentimentos de dever e de vigilância constante. Após a instituição de novos hábitos, ajustados à nova «ordem de sentidos», o primeiro-ministro depara-se com um inusitado e perturbador pedido do país vizinho, em nome de um antigo acordo a que está vinculado.

Rute Simões Ribeiro nasceu em Coimbra, Portugal, a 17 de novembro de 1977. O seu primeiro livro foi finalista do Prémio LeYa 2015. É licenciada em Direito, especializada em Administração Hospitalar e encontra-se a desenvolver um Doutoramento em Saúde Pública. Vive atualmente em Lisboa.

publicado por marcia às 00:07
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