Quarta-feira, 30 de Setembro de 2015

Lançamento de "O Último Poeta", de Paulo M. Morais, dia 1 de Outubro, às 18h00, na Livraria Ferin

12003902_761795800597972_491211324348130036_n.jpg

publicado por marcia às 10:00
link do post | comentar | favorito
|
Terça-feira, 29 de Setembro de 2015

Os Números que Venceram os Nomes - Samuel Pimenta - Opinião

template-marcador_osnumerosquevenceramosnomes.jpg

Os números já venceram os nomes.

No livro de Samuel Pimenta tudo acontece no futuro. Mas todos sabemos. Todos sentimos. Que somos números.

Pode não ser no sentido literal, pois todos temos (ainda) os nossos nomes, mas a verdade é que os números já lhes levam um grande avanço. E é sobre isto que Samuel escreve, não só acerca da perda de identidade, mas, acima de tudo desse caminho sem volta como pequenas peças numeradas na sociedade.

O trabalho é um bom exemplo, talvez dos melhores. Cada vez mais sentimos que somos apenas máquinas programadas a executar tarefas, de quem se esperam resultados de acordo com os objectivos “propostos”; muitas vezes os nossos e-mails já nem têm os nossos nomes de modo a poderem ser “reutilizados” pelo próximo número, aquele que nos vai substitui se for preciso apagar a nossa passagem. Sabemos que é assim. Que nos devemos defender não criando laços, não fazendo amigos, não envolvendo sentimentos que possam atrapalhar o nosso bom profissionalismo. Participamos do lado dos números, por defesa mas em consciência, no apagamento dos nomes.

Está visto que o que mais gostei neste livro foi o tema. Pela actualidade (futurismos à parte); pela lucidez do autor, um observador que constrói (ou desconstrói) e trabalha uma boa ideia que, quanto a mim, poderia ser mais profundamente abordada. Ou seja, eu queria mais deste “ Os Números que Venceram os Nomes”. Queria que não tivesse terminado tão rápido, a fluidez da escrita leva-nos num instante até à última página. Queria, portanto, mais páginas, maior complexidade com (ainda) mais achas para esta fogueira polémica. Este livro é um ponto de partida para discussões que não se gastam, não terminam e enriquecem aqueles que, apesar de tudo, insistem em viver de olhos abertos.

Agora, Samuel, é continuar.

12066050_180390582293885_7986517213177607255_n.jpg

Sinopse

“Num futuro distante, comprovada matematicamente a existência de Deus, os homens são obrigados a trocar os seus nomes por números. Ergue-se uma ditadura global, em que todos são controlados e descaracterizados, uma sociedade de uma única religião, em que os algarismos definem tudo – pessoas, países, ruas, animais -, em detrimento da essência de cada um.

Os Números Que Venceram os Nomes, Samuel Pimenta consegue, com uma destreza literária que nos prende do início ao fim, contar uma história empolgante, que, embora passando-se num futuro imaginário, questiona muitos dos problemas das sociedades contemporâneas – a substituição estéril de um mundo espiritual por uma realidade puramente material.”

Marcador, 2015

publicado por marcia às 00:24
link do post | comentar | ver comentários (3) | favorito
|
Quarta-feira, 23 de Setembro de 2015

Lançamento de Barafunda, de Afonso Cruz e Marta Bernardes (texto) e José Cardoso (ilustração) - 29 setembro, 18h30, Fnac Chiado

11057647_685923834876724_3461699353787998882_n.jpg

 

publicado por marcia às 23:32
link do post | comentar | favorito
|
Segunda-feira, 21 de Setembro de 2015

Marcador - Os Números que Venceram os Nomes, de Samuel Pimenta

template-marcador_osnumerosquevenceramosnomes.jpg

Em Os Números Que Venceram os Nomes, Samuel Pimenta consegue, com uma destreza literária que nos prende do início ao fim, contar uma história empolgante, que, embora passando-se num futuro imaginário, questiona muitos dos problemas das sociedades contemporâneas – a substituição estéril de um mundo espiritual por uma realidade puramente material.

Num futuro distante, comprovada matematicamente a existência de Deus, os homens são obrigados a trocar os seus nomes por números. Ergue-se uma ditadura global, em que todos são controlados e descaracterizados, uma sociedade de uma única religião, em que os algarismos definem tudo – pessoas, países, ruas, animais -, em detrimento da essência de cada um.

SAMUEL PIMENTA nasceu a 26 de Fevereiro de 1990, em Alcanhões, Santarém. Começou a escrever com dez anos e licenciou-se em Ciências da Comunicação pela Universidade Nova de Lisboa. Em 2012, venceu o Prémio Jovens Criadores na vertente de Literatura, promovido pelo Governo de Portugal e pelo Clube Português de Artes e Ideias. Recebeu, em 2014, a Comenda Luís Vaz de Camões, atribuída pela “Literarte – Associação Internacional de Escritores e Artistas”, no Brasil, assim como o Prémio Liberdade de Expressão 2014, atribuído pela Associação de Escritores de Angra dos Reis, Brasil. Tem participado em diversas conferências e encontros literários nacionais e internacionais e tem colaborado com publicações em Portugal, Brasil, Angola, Moçambique e Galiza. Atualmente, divide-se entre Lisboa e o Ribatejo, é cronista e escreve regularmente para o seu blog pessoal.

publicado por marcia às 23:21
link do post | comentar | favorito
|
Quarta-feira, 16 de Setembro de 2015

Lançamento do livro "Os Números que Venceram os Nomes", de Samuel Pimenta, dia 17 de Setembro, às 19h30, na Fnac Chiado

10330450_1168181923195142_3383983912117545046_n.jp

publicado por marcia às 09:40
link do post | comentar | favorito
|
Terça-feira, 15 de Setembro de 2015

VOGAIS: Portugueses nos Campos de Concentração Nazis, da jornalista Patrícia Carvalho

Capa Portugueses nos Campos de Concentração.jpg

Portugal adotou uma posição neutral durante a Segunda Guerra Mundial, mas isso não significa que os seus cidadãos se tenham mantido à margem do conflito que devastou a Europa pela segunda vez no mesmo século, depois da guerra de 1914–1918. Ao mesmo tempo que, no território nacional, se desenvolviam as contradições de uma política espartilhada entre alguma simpatia por Adolf Hitler e a antiga amizade com Inglaterra, com Salazar a fazer tudo para manter o país fora do conflito, os portugueses que tinham emigrado para França sentiam na pele os efeitos da ocupação, dos bombardeamentos e das prisões.

Enquanto Lisboa era solo fértil para os espiões, e os refugiados que conseguiam ultrapassar os entraves da política salazarista aguardavam por um barco que os levaria para outros destinos, havia portugueses a juntarem-se à Resistência ou a serem apanhados em buscas a aldeias francesas, que culminavam na detenção de todos os homens que não fossem jovens ou velhos demais para trabalhar a favor do esforço de guerra alemão. Enquanto Portugal era palco de trocas de prisioneiros de guerra, alguns portugueses desapareciam no sistema de campos de concentração nazis.

Portugueses nos Campos de Concentração Nazis resulta de uma investigação que deu também origem à reportagem homónima vencedora, entre outros, do prémio Melhor Reportagem Multimédia atribuído em 2014 pelo Observatório do Ciberjornalismo. O objetivo dessa reportagem foi, em primeiro lugar, descobrir se tinham existido portugueses nos campos de concentração e, em segundo, confirmada a sua existência, contar as suas histórias.

Este é um trabalho fundamental, que dá a conhecer factos inéditos sobre os portugueses que, nascidos de norte a sul do país, tiveram passagem, muitas vezes fatal, pelos infames campos disseminados pelo nazismo.

Patrícia Carvalho é jornalista desde 1997 e trabalha no jornal Público desde 2008. Antes, trabalhou em vários jornais e revistas, como O Comércio do Porto, a Grande Reportagem, a Visão ou a Sábado.

O seu primeiro contacto com o jornalismo foi, contudo, com o Jornal de Letras, Artes e Ideias, onde estagiou e com o qual colaborou durante algum tempo. Nascida em 1975, no Porto, mudou-se para Lisboa para se licenciar em Ciências da Comunicação, na Universidade Nova. No final do curso quis regressar a casa e é a partir do Porto que tem exercido a sua atividade profissional. Este é o seu primeiro livro.

publicado por marcia às 23:08
link do post | comentar | favorito
|

Porto Editora - João Pedro Marques - "Do Outro Lado do Mar", uma viagem por Angola, Brasil e Portugal

Do Outro Lado do Mar_11-09-2015.bmp

A 21 de setembro, a Porto Editora publica Do Outro Lado do Mar, um novo romance de João Pedro Marques, que nos leva numa viagem impiedosa, de África ao Brasil. Tendo como pano de fundo a escravatura na primeira metade do século XIX, João Pedro Marques faz um retrato duro deste universo, tema em que baseou grande parte da sua carreira de investigador, acrescentando-lhe uma dose de histórias de intriga, vingança e romance.

Tudo começa na Primavera de 1833. Profundamente abalado por um desgosto de amor, o doutor Vasco Lacerda decide abandonar Lisboa para tentar curar o coração ao sol de uma nova vida, nos trópicos. Contudo, no decurso da sua viagem, vê-se arrastado, contra vontade, para o mundo da escravatura e toma contacto direto com realidades de que já ouvira falar, mas que nunca tinha sentido e percebido na sua verdadeira natureza. E trava, também, conhecimento com a gente que, para o melhor e o pior, povoa esse bárbaro mundo.
Do Outro Lado do Mar leva-nos numa viagem emocionante por esse universo, dos sertões de Angola às fazendas do Brasil, do ventre do navio negreiro à fábrica de açúcar, e mostra-nos como mesmo nos sítios mais improváveis e nas situações mais extremas podem nascer e crescer a solidariedade, a abnegação e fortíssimas relações de amor.

publicado por marcia às 11:00
link do post | comentar | favorito
|
Sábado, 12 de Setembro de 2015

Mulheres de Cinza, o novo livro de Mia Couto

Screen Shot 2015-09-11 at 15.51.23.png

A Editorial Caminho acaba de enviar para impressão o romance Mulheres de Cinza, o novo livro de Mia Couto

Este romance – Mulheres de Cinza - é o primeiro livro de uma trilogia, “As Areias do Imperador”, sobre os derradeiros dias do chamado Estado de Gaza, o segundo maior império em África dirigido por um africano. Ngungunyane (ou Gungunhane como ficou conhecido pelos portugueses) foi o último dos imperadores que governou toda a metade Sul do território de Moçambique. Derrotado em 1895 pelas forças portuguesas comandadas por Mouzinho de Albuquerque, o imperador Ngungunyane foi deportado para os Açores onde veio a morrer em 1906. Os seus restos mortais terão sido trasladados para Moçambique em 1985.

Existem, no entanto, versões que sugerem que não foram as ossadas do imperador que voltaram dentro da urna. Foram torrões de areia. Do grande adversário de Portugal restam areias recolhidas em solo português.

A editora prevê publicar em 2016 e 2017 os dois restantes romances desta trilogia. O livro Mulheres de Cinza chega às livrarias no dia 17 de outubro.

publicado por marcia às 15:57
link do post | comentar | favorito
|
Quarta-feira, 9 de Setembro de 2015

Lançamento do livro "Levante-se o Réu", de Rui Cardoso Martins, dia 10 de Setembro, às 18h30, na Fnac Chiado

11898545_10155890345380315_7563574415285854094_n.p

publicado por marcia às 10:00
link do post | comentar | favorito
|
Terça-feira, 8 de Setembro de 2015

LER NO CHIADO - Ler o Diário de Anne Frank, dia 10 de Setembro, pelas 18h30

a3-LernoChiado-web_set-01.png

publicado por marcia às 10:00
link do post | comentar | favorito
|

.mais sobre mim

.pesquisar

 

.a ler


.a ler também


.Abril 2017

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
11
12
13
15
17
18
19
20
21
22
23
24
26
27
28
29
30

.posts recentes

. O Ano da Dançarina - Carl...

. Minotauro - O Homem que D...

. Os Desafios da Europa – U...

. Rapariga em Guerra - Sara...

. O Leitor do Comboio - Jea...

. A Breve e Assombrosa Vida...

. Revista Inominável #7

. A verdade sobre o caso Ha...

. Marcador - O Ano da Dança...

. A Serpente do Essex - Sar...

.últ. comentários

Uhm, interessante... Paula
Atenção que a Dançarina pode ter um significado di...
É verdade! Vêm aí muitas coisas boas! Deixo também...
Nunca li nada desta autora, mas deixaste-me curios...
Obrigada, Márcia. Quando pedi para avisares, pense...
Muito obrigada, Isaura! Beijinho!
Beijinhos, Isaura! Obrigada por teres ido!
Olá Paula! Vêm aí novidades interessantes da Minot...
Acho que vais gostar, Ana!
é bem "agarrado", Teresa!

.tags

. todas as tags

.arquivos

. Abril 2017

. Março 2017

. Fevereiro 2017

. Janeiro 2017

. Dezembro 2016

. Novembro 2016

. Outubro 2016

. Setembro 2016

. Agosto 2016

. Julho 2016

. Junho 2016

. Maio 2016

. Abril 2016

. Março 2016

. Fevereiro 2016

. Janeiro 2016

. Dezembro 2015

. Novembro 2015

. Outubro 2015

. Setembro 2015

. Agosto 2015

. Julho 2015

. Junho 2015

. Maio 2015

. Abril 2015

. Março 2015

. Fevereiro 2015

. Janeiro 2015

. Dezembro 2014

. Novembro 2014

. Outubro 2014

. Setembro 2014

. Agosto 2014

. Julho 2014

. Junho 2014

. Maio 2014

. Abril 2014

. Março 2014

. Fevereiro 2014

. Janeiro 2014

. Dezembro 2013

. Novembro 2013

. Outubro 2013

. Setembro 2013

. Agosto 2013

. Julho 2013

. Junho 2013

. Maio 2013

. Abril 2013

. Março 2013

. Fevereiro 2013

. Janeiro 2013

. Dezembro 2012

. Novembro 2012

. Outubro 2012

. Setembro 2012

. Agosto 2012

. Julho 2012

. Junho 2012

. Maio 2012

. Abril 2012

. Março 2012

. Fevereiro 2012

. Janeiro 2012

. Dezembro 2011

. Novembro 2011

. Outubro 2011

. Setembro 2011

. Agosto 2011

. Julho 2011

. Junho 2011

. Maio 2011

. Abril 2011

. Março 2011

. Fevereiro 2011

. Janeiro 2011

. Dezembro 2010

. Novembro 2010

. Outubro 2010

. Setembro 2010

. Agosto 2010

. Julho 2010

. Junho 2010

. Maio 2010

. Abril 2010

. Março 2010

. Fevereiro 2010

. Janeiro 2010

. Dezembro 2009

. Novembro 2009

. Outubro 2009

. Setembro 2009

. Agosto 2009

. Julho 2009

. Junho 2009

. Maio 2009

. Abril 2009

. Março 2009

. Fevereiro 2009

. Janeiro 2009

. Dezembro 2008

. Novembro 2008

. Outubro 2008

. Setembro 2008

. Agosto 2008

. Julho 2008

. Junho 2008

. Maio 2008

. Abril 2008

. Março 2008

. Fevereiro 2008

. Janeiro 2008

. Dezembro 2007

. Novembro 2007

. Setembro 2007

.gosto

blogs SAPO

.subscrever feeds