Quinta-feira, 30 de Setembro de 2010

Civilização publica SJ Parris: Heresia: um thriller histórico passado no pré-Iluminismo

 

Homicídios macabros nos pátios do Lincoln College, em Oxford, e um monge, mágico, cientista e herético para os resolver. Com uma acção que decorre em Inglaterra, em 1583, Heresy, o novo livro de S.J. Parris, com a chancela da Civilização Editora, é um romance histórico sobre um homem à frente do seu tempo: Bruno Giordano.

Considerado pelo The Guardian “um thriller histórico evocativo de uma época e bem escrito”, o novo livro de S.J. Parris recria – de forma ficcionada – a vida do monge e filósofo italiano, Bruno Giordano, um homem acusado de heresia pela Inquisição por defender teorias tão revolucionárias como a heliocêntrica de Copérnico. Segundo a autora de Heresy, o ter andado sempre em viagem, o facto de ser “um fugitivo sem paradeiro certo”, transformou-o “numa figura próxima das principais cortes da Europa”.

Bruno Giordano é uma “personagem fascinante, alguém com uma vida que conduz perfeitamente à ficção” sobre a qual Parris pretendia escrever desde os tempos de estudante, quando descobriu esta figura histórica. Para a escritora, a publicação deste “romance de homicídios misteriosos, como um quebra-cabeças, um policial” sobre uma figura perseguida – e, ao mesmo tempo, Iluminada – teve também por objectivo levar os leitores a interessarem-se por este período conturbado.

S. J. Parris é o pseudónimo de Stephanie Merritt. Nascida em 1974, colaborou como crítica e jornalista numa série de jornais e revistas (, incluindo The Times, the Daily Telegraph, the New Statesman, Arena e Die Welt), na rádio e na televisão. Escreve, desde 1998, para o The Observer.

Heresia é o primeiro livro de uma trilogia sobre as aventuras empolgantes do místico e herético Bruno Giordano.

SINOPSE

A estreia do monge Giordano Bruno, mágico, cientista e herege, numa nova série de thrillers históricos para fãs de C. J. Sansom e da Inglaterra da época de O Nome da Rosa.

Inglaterra, 1583. Um país inundado pela paranóia e pela conspiração, mas um porto de abrigo para um monge radical em fuga. Giordano Bruno, com as suas teorias de astronomia, fugiu da Inquisição para a corte de Isabel I. Ali, atrai as atenções de Francis Walsingham, chefe dos espiões e inimigo dos conspiradores católicos. Bruno é infiltrado na Universidade de Oxford, que se crê ser um antro de dissidentes franceses. Rapidamente Bruno dá por si envolvido nas intrigas do colégio universitário e distraído por uma bela jovem. Pouco depois, começa a investigar uma série de assassinatos horríveis, relacionados entre si por cartas com pistas. As cartas sugerem que as vítimas eram culpadas de heresia. Mas estará Bruno a ser ajudado ou induzido em erro, ou será ele o próximo alvo? Perseguindo um assassino astuto e determinado pelos claustros sombrios de Oxford, Bruno apercebe-se de que nem sempre os sábios conseguem distinguir a verdade da heresia. Mas alguns estão prontos a matar por ela!

IMPRENSA INTERNACIONAL

“Um thriller histórico evocativo de uma época e bem escrito.”  The Guardian

“Parris entrelaça factos históricos e compreensão da psicologia humana quando Bruno, um humanista perigosamente avançado para o seu tempo, principia a sua demanda para acender as luzes do Iluminismo na Europa.”  The Times

“Uma história rica, sombria e absolutamente cativante, com um ritmo perfeito e povoada por um magnífico elenco de personagens.”  Mark Mills

“Fascinante… O período é incrivelmente realista e a história absolutamente cativante.”  Conn Igulden

publicado por marcia às 23:39
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Esfera do Caos - Lançamento de "Ambiente, Ciência e Cidadãos"

publicado por marcia às 14:30
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Porto Editora - Ficção Portuguesa - "Matteo perdeu o emprego", de Gonçalo M. Tavares

 

«O atractivo era este: em redor de uma rotunda ninguém volta atrás, ninguém se engana, ninguém tem de assumir o erro e fazer inversão de marcha.

A vida, apesar de tudo, é fácil. Numa rotunda.»

Mais informações em breve.

publicado por marcia às 14:12
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Quarta-feira, 29 de Setembro de 2010

Editorial Caminho - Lançamento do livro «Dentro de Mim Faz Sul Seguido de Acto Sanguíneo», de Ondjaki

publicado por marcia às 15:10
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Sextante Editora - Ficção - Um retrato da época das luzes

 

A Sextante Editora acaba de publicar o mais recente livro de Amadeu Lopes Sabino, intitulado A Cidade do Homem. Neste romance regressamos ao século XVIII português e brasileiro através da biografia de António Dinis da Cruz e Silva, autor de O Hissope, a famosa sátira à querela  protocolar entre o bispo e o deão da Sé de Elvas. 

Este livro tem a particularidade de estar escrito segundo o Novo Acordo Ortográfico e inclui um conjunto de ilustrações que vão complementando a narrativa.

A apresentação deste romance está marcada para o dia 21 de Outubro, na livraria Bulhosa deEntrecampos.

O enredo

Romance, ficção documentada, relato das errâncias de um narrador europeu do século XXI através do universo mental do iluminismo, A Cidade do Homem é a biografia imaginada de António Dinis da Cruz e Silva (1731-1799), magistrado e poeta árcade que viveu, trabalhou e poetou em Portugal e no Brasil. Participante ativo nas polémicas que, durante o consulado de Pombal, agitaram o Reino e a Europa, foi juiz militar em Elvas e autor de O Hissope, sátira à querela protocolar entre o bispo e o deão da Sé da cidade alentejana. Presente desde o início no imaginário do protagonista, o Brasil torna-se o cenário da narrativa com a transferência de Cruz e Silva para a Relação do Rio de Janeiro em 1776. A partir desse ano, servidor da Justiça e de Apolo, julgou e poetou nas capitaniasdo Sul, sobretudo em comarcas do Rio e de Minas, privando com os juristas e árcades locais. Em1792, seria membro do tribunal que julgou e condenou na capital do Brasil os inconfidentesmineiros, entre eles os seus companheiros mais próximos nas lides judiciais e na poesia. Numa digressão através da História e das ideias em busca da polis racional, A Cidade do Homem centra-se na condenação dos conspiradores à morte ou ao degredo, evocando uma época que, na Europa,em Portugal e no Brasil nas vésperas da independência, prenunciou os antagonismos e as hecatombes do nosso tempo.

O autor

Amadeu Lopes Sabino, nascido em Elvas em 1943, ocupa umlugar singular na literatura portuguesa contemporânea: romancista e novelista da expatriação e dos exílios, exteriores e interiores, a sua obra é muitas vezes uma evocação da sua vivência no estrangeiro, «amarga como muitas, mas, como poucas, libertadora», no dizer de Eduardo Lourenço, no prefácio a Identidades fugidias. Com uma escrita marcada «pela agilidade da narração e por um requintado hedonismo» (António José Saraiva e Óscar Lopes, in História da literatura portuguesa), Amadeu Lopes Sabino é autor de uma obra que Álvaro Manuel Machado, no seu Dicionário de literatura portuguesa, carateriza como «uma irónica interrogação sobre o passado dito glorioso de Portugal e, simultaneamente, um pendor autorreflexivo, cosmopolita e quase autobiográfico».

Principais obras: Após Aljubarrota (Centelha, Coimbra, 1978); O cavaleiro cego (A Regra do Jogo, Lisboa, 1982); O retrato de Rubens (D. Quixote, Lisboa, 1985); A capa escarlate (Presença, Lisboa, 1989); Novelas imperfeitas (Quetzal, Lisboa, 1991); A homenagem a Vénus (Presença, Lisboa, 1997); A Lua de Bruxelas, (Campo das Letras, Porto, 2000); Vidas apócrifas (D. Quixote, Lisboa, 2005).

Título: A Cidade do Homem

Autor: Amadeu Lopes Sabino

N.º de Págs.: 566

Capa: mole

PVP: 18.50 €

publicado por marcia às 15:00
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Sextante Editora - Campanha de celebração do centenário da República

A Sextante Editora decidiu juntar-se às celebrações do centenário da República e reuniu um conjunto de livros de ficção e não ficção que têm como pano de fundo a queda da Monarquia e a instauração da República portuguesa. Indispensáveis para qualquer leitor interessado ou estudioso, estes livros têm vindo a complementar o grande acervo de edições sobre este tema que ocorreram nos últimos dois anos.

 

A Revolução portuguesa 1907-1910

«Escrito pouco depois do Cinco de Outubro e publicado em 1911, o famoso relatório de Machado Santos intitulado A Revolução Portuguesa constitui, sem dúvida, uma das fontes fundamentais para a história da Revolução Republicana, especialmente para a narrativa dos factos ocorridos entre a noite de 3 de Outubro e a manhã do próprio dia 5. Desde logo porque o seu autor é unanimemente reconhecido como o actor principal no teatro das operações, a partir do momento em que tomou a decisão de resistir na Rotunda com um punhado de escassas centenas de militares e alguns civis, quando tudo parecia já perdido para as forças republicanas.» António Reis

Biografia autor

António Maria de Azevedo Machado Santos nasceu a 10 de Janeiro de 1875 em Lisboa. Alista-se na Armada em 1891 e quatro anos depois conclui o curso de Administração naval. Eminente conspirador contra a Monarquia e iniciado na Carbonária em 1908, entra para a história enquanto chefe militar das forças revolucionárias republicanas estacionadas na Rotunda (hoje Praça Marquês de Pombal) na noite da implantação da República.

Conhecido desde então por “Herói da Rotunda” e “Fundador da República”, Machado Santos é eleito deputado à Assembleia Constituinte e por ela condecorado capitão-de-mar-e-guerra. No entanto, cedo manifesta descontentamento com o desenrolar da política na República e adere a vários movimentos insurreccionais nos anos subsequentes. Em 1917 apoia o golpe de Estado liderado por Sidónio Pais e ainda nesse ano é nomeado ministro do Interior.

Desilude-se rapidamente com o Sidonismo e funda o Partido da Federação Republicana, que não adquire qualquer expressão significativa. É assassinado em Lisboa no dia 19 de Outubro de 1921, naquela que ficou conhecida por “Noite Sangrenta”.

Edição: Outubro 2007

PVP: 17.00 €

Género: Não Ficção

1908 – Um olhar sobre o Regicídio

A 1 de Fevereiro de 1808, Junot declarava pomposamente, em Lisboa, que a partir desse dia a casa de Bragança deixaria de reinar em Portugal.

Como uma maldição, nesse mesmo dia, cem anos depois, o rei D. Carlos e D. Luís Filipe eram abatidos a tiro no Terreiro do Paço, por Alfredo Costa e Manuel Buiça. Naquela tarde «morna e diáfana», como a descreveu Raul Brandão, não morriam só um rei e um príncipe, desaparecia também a esperança de conservar a monarquia.

Os dados estavam lançados e dois anos e oito meses depois implantava-se a República.

Biografia autor

Margarida Magalhães Ramalho é licenciada em História da Arte. No início da sua carreira dedicou-se à arqueologia e ao estudo das fortificações marítimas tendo algumas obras publicadas nesta área.

Entre 1993 e 1998 pertenceu aos quadros da EXPO'98 onde comissariou algumas exposições, nomeadamente Porto 1865 - Uma Exposição (1994) e D. Carlos de Bragança - A Paixão do Mar (1996). Nos últimos anos à sua área de investigação centrou-se no final do século XIX e século XX, tendo comissariado em parceria com outro historiador a exposição comemorativa dos 25 anos do 25 de Abril Liberdade e Cidadania. Em 2006 comissariou também a exposição comemorativa dos 150 anos do caminho-de-ferro.

Colabora regularmente com a revista Egoísta e, por vezes, com o jornal Expresso. Nos últimos anos publicou os livros Comboios com histórias, Assírio & Alvim (2000), a Fotobiografia do rei D. Carlos, Circulo de Leitores (2001), Fortificações marítimas da costa de Cascais (em parceria), Quetzal (2002). Uma corte à beira-mar, Quetzal (2003), D. Carlos de Bragança – Cadernos de desenho, Inapa (2003) e Aldeias históricas Inapa (2004).

Edição: Fevereiro 2008

PVP: 10.00 €

Género: Não Ficção

As cidadãs

Na alvorada do século XX, eis o retrato de Júlia, uma mulher excepcional cuja vida acompanha as convulsões do fim da monarquia. Uma vida profundamente ligada à situação social e política de Portugal e, em particular, à condição da mulher na sociedade portuguesa da época, através do seu empenho republicano e da sua consciência de cidadã.

Biografia autor

Filomena Marona Beja nasceu em Lisboa, a 9 de Junho de 1944. Até Junho de 2008, desenvolveu na área da Documentação técnico-científica a sua actividade profissional. Publicou os romances: Betânia (Cotovia, 2000), A sopa (Ambar, 2004), com o qual ganhou o Grande Prémio de LiteraturaDST em 2006, A duração dos crepúsculos (Dom Quixote, 2006) e A Cova do Lagarto (Sextante, 2007), que foi galardoado com o Grande Prémio de Romance e Novela da APE / DGLB.

As cidadãs é o seu romance de estreia, agora reeditado. Em 2009, a Sextante Editora publica Bute daí, Zé.

Edição: Janeiro 2009

PVP: 16.00 €

Género: Ficção

A crise da República e a Ditadura Militar

Importante estudo sobre o fim da Primeira República e a Ditadura Militar que abriu a porta ao Estado Novo. Extratexto de 32 páginas a cores, com iconografia de relevo da época

Biografia autor

Luís Bigotte Chorão é advogado e jurista do Banco de Portugal. Doutorou-se em Coimbra, em História Contemporânea com este trabalho sobre o fim da Primeira República.

Edição: Agosto 2010 (2ª Edição)

PVP: 29.50 €

Género: Não Ficção

Cinco de Outubro

Junho de 1910: D. Manuel II enfrentava nova crise governamental, após a queda do ministério Veiga Beirão. Entretanto, revolucionários e carbonários organizavam reuniões desencontradas, para o derrube da monarquia. Cinco de Outubro acompanha os percursos dos principais protagonistas da época – D. Manuel II, Teixeira de Sousa, Paiva Couceiro, Afonso Costa, Machado Santos –, que se cruzam com personagens ficcionados, numa narrativa de intensidade crescente que culmina nos dias da revolução republicana: 3, 4 e 5 de Outubro.

Biografia do autor

Lourenço Pereira Coutinho nasceu em Lisboa em 1973 e é licenciado em História. Trabalhou no Protocolo da Expo’98, foi técnico superior da Direcção de Comunicação do ICEP, e assessor da ministra da Educação do XVI Governo Constitucional. Actualmente, e para além da escrita, dirige e participa em projectos editoriais e de comunicação.

É autor do ensaio Do Ultimato à República (2003), e dos romances Na Sombra de João XXI (2006), Fim d’Época (2007), e Baile de Máscaras (2008).

Edição: Janeiro 2010

PVP: 16.00€

Género: Ficção

E AGORA? Por uma nova República

Os problemas que antes se adivinhavam, e que infelizmente foram escamoteados, são hoje incontornáveis. Analisando-os, Manuel Maria Carrilho avança com várias propostas, defendendo uma visão do País e do seu futuro centrada na urgente qualificação do território, das instituições e das pessoas que lance as bases de uma Nova República.

No meio de uma crise que torna a intervenção pública um imperativo de cidadania, este livro procura, num registo simultaneamente político e pedagógico, estimular um debate fundamental sobre os problemas do nosso tempo e do nosso País.

Biografia do autor

Manuel Maria Carrilho é actualmente Embaixador de Portugal junto da UNESCO, em Paris. Professor Catedrático de Filosofia Contemporânea da Universidade Nova de Lisboa desde 1994, foi ministro da Cultura dos XIII e XIV Governos Constitucionais, de 1995 a 2000, e deputado à Assembleia da República entre 2000 e 2008. Colabora regularmente, sobre temas políticos e culturais, em diversos media, e assina uma crónica semanal no Diário de Notícias. É autor de uma vasta obra, publicada em Portugal e no estrangeiro.

Edição: Setembro 2010

PVP: 16.50 €

Género: Não Ficção

publicado por marcia às 14:46
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Terça-feira, 28 de Setembro de 2010

Os Pilares da Terra Volume I - Ken Follett - Opinião

 

Ken Follett é dos meus autores favoritos; “Os Pilares da Terra” é dos seus romances mais apreciados pelos leitores; as minhas expectativas para esta leitura eram, e são, bastante elevadas.

Digo que são bastante elevadas pois, apesar de já ter concluído a leitura do primeiro volume, a Editora Presença fez uma edição de dois volumes para o nosso país; confesso que não percebo muito bem porquê dado que se trata de um único livro. Um livro longo é certo (cerca de 1100 páginas), cuja separação em dois poderá implicar uma receita interessante. Enfim, dado o preço exorbitante destes livros optei por adquiri-los na “Hora H” da última Feira do Livro de Lisboa, uma iniciativa que me agradou muito e que espero que se venha a repetir.

Bom, mas deixando de lado estes pormenores, importa dizer que mais uma vez estou rendida à escrita soberba de Ken Follett, confirma-se a sua supremacia como escritor que nos oferece um livro que se saboreia, que se lê com calma e que nos transporta numa viagem à vida de interessantes personagens, no decorrer do Século XII em Inglaterra.

Follett explora de forma magistral as características humanas no âmbito das suas relações. Vícios, ambições, invejas, intrigas, conspirações, traições, amizade, amor e demais sentimentos ou condições, são expostos de forma tão crua e verdadeira que me perdi tantas vezes a meditar acerca das capacidades do ser humano em superar dificuldades e desafios não importa a que custo. Apesar de acção decorrer no Século XII é de uma actualidade impressionante, faz pensar se o ser humano não terá evoluído nada pois, em muitas situações, continuamos a reagir com o pior de nós.

Sempre com a construção de uma Catedral como tema central, vai-nos sendo apresentado um rol de personagens com histórias bem estruturadas, e cujos percursos se vão cruzando de modo a implicar muitas vezes viragens radicais na acção da narrativa.

Tom Pedreiro tem o sonho de construir uma Catedral imponente. Apaixonado pela construção, pelas suas técnicas e desafios, é um homem movido pelo desejo de ver edificada uma obra que mude a vida de todos os que a possam visitar. Tom é pobre. É um exemplo de persistência e honestidade; muitas vezes sofre por ver os seus passos limitados, por se deparar com inúmeras dificuldades na realização do seu sonho. Philip é Monge, torna-se Prior de Kingsbridge, e uma série de acontecimentos vão permitir que a Catedral seja construída nesse local. Este livro é sobre o sonho destes dois homens, sobre a sua persistência perante as inúmeras dificuldades, sobre a forma como tentam sempre superar as traições e os conflitos de interesses, do modo como os seus bons princípios os deixam muitas vezes sem solução perante a imensa maldade humana.

Muitas outras personagens desfilam perante a nossa atenção, todas descritas e enriquecidas com vidas muito completas, todas têm o seu papel e os seus objectivos. Situações que quero continuar a acompanhar e a descobrir ao longo da leitura do segundo volume.

Para já fica a certeza de ser dos melhores livros que já li. Estou completamente maravilhada e entusiasmada em prosseguir com esta leitura.

Sinopse

“Do mesmo autor do thriller "A Ameaça", chega-nos o primeiro volume de um arrebatador romance histórico que se revelou ser uma obra-prima aclamada pela comunidade de leitores de vários países que num verdadeiro fenómeno de passa-palavra a catapultaram para a ribalta. Originalmente publicado em 1989, veio para o nosso país em 1995, publicado por outra editora portuguesa, recuperando-o agora a Presença para dar continuidade às obras de Ken Follett. O seu estilo inconfundível de mestre do suspense denota-se no desenrolar desta história épica, tecida por intrigas, aventura e luta política. A trama centra-se no século XII, em Inglaterra, onde um pedreiro persegue o sonho de edificar uma catedral gótica, digna de tocar os céus. Em redor desta ambição soberba, o leitor vai acompanhando um quadro composto por várias personagens, colorido e rico em acção e descrição de um período da Idade Média a que não faltou emotividade, poder, vingança e traição. Conheça o trabalho de um autêntico mestre da palavra naquela que é considerada a sua obra de eleição. “

Editorial Presença, 2009 

publicado por marcia às 11:08
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Segunda-feira, 27 de Setembro de 2010

CLUBE DO AUTOR LANÇA PRIMEIROS LIVROS - Novo romance de Mário Zambujal e "fenómeno Kanikosen" chegam em Outubro

A chegada dos primeiros livros do Clube do Autor às livrarias nacionais, a 7 de Outubro, marca oficialmente o arranque do novo projecto editorial liderado por João Gonçalves. Dama de Espadas – Crónica dos Loucos Amantes, de Mário Zambujal, e Kanikosen – O Navio dos Homens, de Takiji Kobayashi, um fenómeno literário que está a conquistar a Europa, são as primeiras apostas da nova editora.

Com estes dois primeiros títulos, o Clube do Autor inicia a construção de um catálogo que se pretende generalista, constituído por autores nacionais e estrangeiros, na área da ficção e não ficção, e, numa primeira fase, vocacionado para o público adulto.

 

 

 

Dama de Espadas – Crónica dos Loucos Amantes, de Mário Zambujal, o escritor que ao longo dos anos tem conquistado várias gerações de leitores é uma obra singular sobre as conturbadas relações entre homens e mulheres, um livro bem-humorado e despretensioso, escrito no registo único e inconfundível inaugurado com a Crónica dos Bons Malandros.

De Takiji Kobayashi, Kanikosen – O Navio dos Homens, é um clássico japonês convertido em bestseller internacional com mais de 1.600.000 exemplares vendidos só no Japão. Classificado pelo Le Monde des Libres como “uma obra-prima”, Kanikosen surpreende pela actualidade do tema (a precariedade laboral e as inevitáveis consequências sociais) e pela força e crueza do relato.

Ambos estão disponíveis nas livrarias a partir de 7 de Outubro.  

publicado por marcia às 13:51
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Sexta-feira, 24 de Setembro de 2010

Livraria Lello - Porto

Já há algum tempo que tinha o desejo de conhecer aquela que é considerada uma das mais belas livrarias do Mundo; aproveitei uma recente passagem pelo Porto para ir à Livraria Lello. Recomendo esta visita a todos aqueles que amam os livros, é um ambiente único que permite uma sensação de estar numa verdadeira “Catedral de Livros”.

Não me vou perder em descrições históricas que se encontram em qualquer pesquisa, apenas partilhar algumas fotos.

 

  
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Rua das Carmelitas, 144, 4050-161 Porto

publicado por marcia às 22:35
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Quinta-feira, 23 de Setembro de 2010

Sinais de Fogo - Novidades Editoriais Setembro

 

 

Título: Positividade

Autor: Barbara L. Fredrickson

Características: 15,5 cm x 23 cm • 340 pp.

ISBN: 978-989-8066-86-2

PREÇO: 19,90 €

Todos conhecemos a negatividade. É corrente, fácil de detectar e afecta o nosso discernimento e bem-estar. Transforma-se dolorosamente em discussões azedas com os que nos rodeiam e acaba por originar emoções prejudiciais à saúde, que minam todo o nosso corpo.

Então e a positividade? Poderá transformar a nossa vida?

A reputada psicóloga Barbara Fredrickson (que fez investigação e publicou trabalhos com o psicólogo e Nobel Daniel Kahneman) partilha connosco os resultados de novas e incríveis descobertas científicas relativas a este poderoso estado de espírito que permite melhorar os nossos relacionamentos e a nossa saúde, aliviar-nos do peso da depressão e alargar-nos a mente.

A sobreposição da positividade sobre a negatividade permitir-nos-á alcançar resultados que antes apenas conseguíamos imaginar…

 

Título: Top 100 Alimentos que Curam

Autor: Paula bartimeus

Características: 14 cm x 17 cm  • 128 pp.

ISBN: 978-989-8066-78-7

PREÇO: 14,59 €

Um livro prático baseado na mais moderna investigação, que lhe revela as extraordinárias propriedades de frutos, legumes, cereais, gramíneas, vegetais, nozes, sementes, ervas aromáticas e especiarias — bem como outros alimentos mais exóticos — e explica os seus muitos efeitos preventivos e curativos.

Neste novo título da colecção Top 100 poderá descobrir, por exemplo, como o tofu nos pode proteger da osteoporose, como as alcachofras podem ajudar a digestão e as bagas goji podem reforçar o sistema imunitário. Percorra todas as secções para encontrar informação sobre cada alimento, a par de conselhos sobre a melhor forma de o preparar, uma lista de nutrientes, símbolos de fácil identificação e uma receita simples e saudável que toda a família irá adorar.

Quer pretenda manter-se saudável, combater alguma doença específica ou apenas desfrutar da melhor nutrição, encontrará todas as respostas neste guia essencial.

publicado por marcia às 22:55
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